O racismo deve ser combatido em qualquer lugar, mas não se resume a um país ou a uma seleção.
Cada um torce para quem quiser.
Eu sempre vou torcer por um país latino-americano.
Já vi muita bizarrice, mas torcer para a Inglaterra contra a Argentina porque a Argentina é racista mostra como nossa memória histórica pode ser seletiva. A Inglaterra carrega uma história de colonialismo, escravidão e violência contra povos originários, e o Brasil não é exemplo.
@MarceloUchoa_ Talvez o principal debate não seja sobre a nacionalidade em si, mas sobre como fortalecer a participação democrática e a representação dos brasileiros no exterior, que já contribuem e fazem parte da vida econômica, social e cultural do país.
@MarceloUchoa_ Vejo a questão de forma um pouco diferente. O voto dos brasileiros no exterior já existia antes da emenda, e não conheço dados que permitam associar a aquisição de outra nacionalidade a uma determinada posição política.
@MarceloUchoa_ A maioria das pessoas migra por razões de trabalho, estudo ou família. A EC 131/2023 me parece mais um reconhecimento da realidade de uma diáspora cada vez mais conectada ao Brasil.
Tomei conhecimento sobre trágico falecimento do jovem migrante senegalês, Talla Mbaye, ocorrido nesta quinta-feira, após cair de um prédio na região central de São Paulo.
Manifesto minha profunda solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade senegalesa neste momento de dor.
CEPREMI participa da COMIGRAR. Temos a expectativa que essa iniciativa acertada do governo de debater com migrantes, refugiados e sociedade civil formas de melhorar as políticas públicas destinadas a essa população tenham um resultado muito positivo nos próximos anos.
Nessa imagem temos o Sol Nascente, maior favela do país (segundo IBGE), e o Lago Sul, bairro mais rico do país (segundo FGV)
35 km um do outro. Os dois no DF. Os dois no Cerrado.
Falar sobre clima urbano é falar sobre justiça.
Árvore não pode ser um privilégio de cor e classe!
Ao mesmo tempo, me solidarizo com a luta dos movimentos de pessoas migrantes e refugiadas por políticas públicas de combate ao machismo e a xenofobia contra as mulheres migrantes e refugiadas.
Lamento profundamente a morte da jovem artista venezuelana Julieta Hernández, cruelmente violentada e assassinada no município de Presidente Figueiredo, no estado do Amazonas.
Entendo que a principal luta de imigrantes e refugiados é pelo direito ao voto, mas enquanto a PEC 347 do @CarlosZarattini não é aprovada se poderia pensar para uma próxima eleição num formato que inclua essa população. Tá aí um bom tema para a Comigrar.