Sabe o que me cura mais nisso tudo?
Em 2011 o David pegou 9.7 de um jurado que alegou que ele precisava interagir com o espetáculo.
Sabe quando que teve solidariedade da parte dos merdexés? NUNCA.
Teve foi "PERDEU PRO SABÁ".
Então AGORA AGUENTA!
Os artistas campeões que deram vida ao 27º título do Boi Caprichoso.
Com 31 anos de carreira, Algles Ferreira dedica 29 deles ao Boi Caprichoso, onde construiu uma trajetória marcada pela criatividade, técnica e inovação. Iniciou sua caminhada artística aos 13 anos de idade e, desde então, tornou-se referência nas áreas de escultura, pintura, ferragens e mecanismos de movimento, elementos que dão vida às grandiosas alegorias do Festival de Parintins.
Sua formação foi construída dentro do boi-bumbá. Começou como desenhista, pintor e escultor, recebendo ensinamentos de mestres como Juarez Lima, Ozeas Bentes, Rossy Amoedo e Miguel de Pascale. Também iniciou sua trajetória ao lado de Karu Carvalho e, posteriormente, firmou parceria com Glaucivan.
Desde 2011, segue carreira solo no Boi Caprichoso e, há seis anos, é o artista responsável pelo Ritual Indígena, item em que acumula excelentes avaliações dos jurados, alcançando nota máxima em diversas edições.
Além da história no Caprichoso, Algles também levou seu talento para o Carnaval carioca, atuando nas escolas Imperatriz Leopoldinense e Estação Primeira de Mangueira. Em 2023, recebeu um dos maiores reconhecimentos de sua carreira ao conquistar o prêmio de Melhor Escultor do Carnaval Carioca pelo desfile da Imperatriz Leopoldinense.
No Festival de Parintins de 2026, assinou mais uma vez uma das apresentações mais aguardadas da arena: o Ritual Indígena Wat-Ama. Inspirado na cultura do povo Sateré-Mawé, apresentou uma proposta inovadora, conduzida por uma gigantesca tucandeira, símbolo ancestral que protagonizou a chegada triunfal do Pajé.
A alegoria impressionou pelas dimensões: cerca de 25 metros de altura, 40 metros de boca de cena e 20 metros de profundidade. A construção mobilizou uma equipe de 28 profissionais, enquanto aproximadamente 160 artistas integraram o corpo cênico da apresentação.
A trajetória de Algles Ferreira é a prova de que o talento nascido em Parintins ultrapassa fronteiras, conquistando reconhecimento nos maiores espetáculos culturais do Brasil e reafirmando a força da arte produzida na Ilha Tupinambarana.
📸: Alexandre Vieira e Michel Amazonas
🎥 @boicaprichoso e TV Acritica
Os artistas campeões que deram vida ao 27º título do Boi Caprichoso.
Há 33 anos, o artista Nildo Costa dedica sua vida ao Boi Caprichoso. Sua trajetória começou aos 12 anos de idade, na “faculdade da arte” do boi azul e branco, ao lado do mestre Juarez Lima, referência na formação de gerações de artistas parintinenses.
Na primeira noite do Festival, Nildo assinou o módulo alegórico “Monstro Correntão”, que reuniu efeitos especiais, fogos frios, iluminação cênica e movimentos motorizados, ampliando a emoção do espetáculo ao unir tecnologia, movimento e consciência ambiental.
A criação artística fez um alerta sobre a destruição da floresta provocada pelo garimpo ilegal, em sintonia com as toadas e com a temática indígena defendida pelo Boi Caprichoso.
Ao longo da carreira, Nildo também levou o talento amazônico para o Carnaval. Em 1997, participou do desfile campeão da X-9 Paulistana ao lado de Juarez Lima. Em seguida, atuou em escolas como Salgueiro e Viradouro, conquistando três títulos. Na Beija-Flor de Nilópolis, integrou equipes campeãs em dez carnavais, consolidando sua trajetória como um dos grandes artistas da cenografia brasileira.
📸: Michel Amazonas.
🎥 @boicaprichoso
me sobe um ódio quando as pessoas vão questionar a greve de uma categoria pensando em si mesmo “mas aí como q EU vou pegar meu ônibus para ir trabalhar” eu eu eu eu
gente, greve é justamente pra mostrar a importância social desse trabalho, que uma cidade n se movimenta sem eles
O 27º título do Boi Caprichoso é a consagração de uma gestão construída com trabalho, sensibilidade e compromisso. Uma gestão que nasceu no galpão, conheceu de perto cada etapa da construção do espetáculo e colocou o artista, o brincante e a cultura amazônica no centro de todas as decisões.
Sob a liderança do presidente Rossy Amoedo, o Caprichoso viveu um novo tempo. Um período marcado pelo fortalecimento institucional, pela valorização dos fazedores de cultura, pela reestruturação de espaços históricos, pela responsabilidade administrativa e pelo incentivo permanente à arte que transforma vidas.
O espetáculo “Caprichoso: Brinquedo que Canta seu Chão”, vencedor do 59º Festival de Parintins, é o reflexo dessa forma de administrar: coletiva, participativa e comprometida com a excelência.
Para a Nação Azul e Branca, Rossy Amoedo é um presidente pentacampeão. O sentimento da torcida é de que o Caprichoso apresentou, ao longo desses anos, projetos vencedores que marcaram a história do Festival.
Parabéns pelo 27º título. Essa conquista também carrega a marca da sua gestão.
Viva o Boi Caprichoso! Viva o presidente Rossy Amoedo!