Tudo mudou quando entendi que ninguém me deve nada. Não me devem atenção, reciprocidade e muito menos consideração! Aprendi que não controlo como me tratam, mas controlo a minha presença. Cabe a mim decidir onde mereço estar e de onde sair, onde não me cabe, prefiro nem estar.
Me apareció en recuerdos la foto que fue LA FOTO del pride de 2024: un señor portugués abrazando una bandera LGBT.
El señor estaba parado en la puerta de su casa viendo pasar la marcha en Porto, sosteniendo una bandera portuguesa lo cual inicialmente asustó a varios porque agitar la bandera nacional en ese contexto puede ser señal de protesta nacionalista anti-LGBT. La gente en la marcha se detuvo, preocupada por lo que podría pasar. Pero resulta que el señor estaba agitando la bandera portuguesa porque no tenía una bandera arcoíris y quería participar de alguna forma.
Una chica llamada Lily se acercó. El hombre intercambió su bandera portuguesa por la bandera que Lily traía sobre los hombros. Lo que ven en la foto es el momento exacto en que él la recibe y la abraza.
Alguien se sintió visto y parte de algo más grande ese día. Eso es el orgullo: dejar de ser invisibles. 🏳️🌈❤️✨
Luana Piovani detona Neymar, Luciano Huck e Virginia:
"O grande ídolo brasileiro é convocado para a Copa, aí no momento que ele poderia celebrar, ele vem de bet, que é para tirar o dinheiro de vocês porque o dele ninguém toca. Aí a loira brasileira, a grande ídola do Brasil, namora um grande jogador negro, aí beija um macaco e diz: 'Que pegada'. Aí a gente tem um apresentador de televisão que enche a burra de dinheiro vendendo também bet para tirar o seu dinheiro, aí ele faz um discurso no programa e outro quando tá com os amigos milionários. É bom que peixe morre pela boca. O que eu quero dizer com isso é que essa galera é tudo amiga, o apresentador é amigo da influenciadora, que é amigo do jogador, e é tudo farinha do mesmo saco."
Chamam pobre de preguiçoso, atacam o Bolsa Família e ignoram a desigualdade do país. Mas o Gil do Vigor destrói esse discurso elitista em apenas 2 minutos. Compartilhe ao máximo!
Isso aconteceu em São Paulo, sob o comando da PM de Tarcísio de Freitas.
E a sensação que fica para muita gente é que a violência policial continua tendo endereço, cor e classe social definidos.
Em bairros ricos, a abordagem costuma ser outra. Já nas periferias, principalmente contra pessoas negras, a truculência aparece sem constrangimento.
Quando agentes passam a agir como juízes e executores, em abordagens abusivas e prisões arbitrárias, o que cresce não é a sensação de segurança, mas de medo e injustiça.