depois que você vai ficando adulta (e principalmente quando não mora mais com os pais) você começa a perceber que a louça suja o tempo todo é motivo SIM pra surtar
Outra parada que não me desceu (contém spoiler)…
A série na construção da família Shelby se passa muito pela lealdade do Tommy e do Arthur. Não existia mundo algum que explicasse o Tommy matar ele. Era mil vezes melhor terem arrumado um gângster qualquer pra fazer isso. Pois pelo que construíram do personagem do Tommy, ele jamais teria feito isso.
Po, o Ramsay nao deve em nada pro Joffrey.
Inclusive, acho que o Ramsay (por ser mais velho) tinha algo que o Joffrey nao tinha e nunca iria ter: Inteligência.
Ramsay era sádico, ele brincava com a vítima deixando ate eles escaparem, so pra ter o prazer de torturar.
Ele fez a gente ter pena do Theon Greyjoy de tanto que ele torturou o cara po.
🚨ALERTA RESENHA IMENSA SOBRE STRANGER THINGS🚨
Primeiro:
Falando exclusivamente do episódio final, acho que qualquer coisa diferente desse desfecho não seria digna de uma série que começou em 2017 e que sempre foi focada nos amigos, crianças que sofreram pra caramba e que mereciam, cada uma, o seu final feliz. E não tem absolutamente nada de errado em ter um final feliz.
Dito isso, vou falar algumas coisas que me incomodaram. A principal é que, nos últimos episódios, achei que eles enrolaram demais para explicar alguns contextos que talvez nem fossem necessários. O contexto da Kali na história que o Will acha que aconteceu, ok. Mas ela precisava ter voltado? Não. Dava para construir uma saída melhor do que aquela.
Achei também que a Holly teve tempo de tela demais. Ela é a irmã do Mike, e eu entendo que a Netflix esteja investindo na atriz. Ela é ótima, inclusive fez um filme de terror que eu assisti, mas não lembro qual é agora. Mesmo assim, senti que foi excessivo.
A sobrevivência da Max, pra mim, foi puramente para agradar o fandom da atriz, que é grande. Não acho que ela teve utilidade nenhuma no último episódio. A personagem simplesmente ficou viva quando poderia ter morrido. Quando tentou voltar para o corpo, não deu certo, e ali já dava para encerrar. Gosto da atriz, mas acho que os roteiristas passaram pano demais para isso.
Também achei nada a ver reintroduzir o professor para fazer algo que o Dustin já sabia fazer. E senti falta de ver mais da Erika.
Por outro lado, achei a batalha contra o Vecna e o Mind Flayer digna. Muito mais digna do que a Longa Noite de Game of Thrones. Isso é um ponto extremamente positivo, porque colocaram a protagonista contra o vilão, cara a cara. Se fosse seguir o caminho de Game of Thrones, a Eleven ia ficar do lado de fora gritando enquanto o Mind Flayer fazia alguma coisa aleatória e o Will derrotaria ele.
E deixando claro: eu não sou das pessoas que odiaram o final de Game of Thrones. Achei a cena da Arya matando o Rei da Noite maravilhosa, mas continuo achando que teria sido muito melhor ela ter matado a Cersei do que o Jon Snow ter matado o Rei da Noite. Enfim, whatever. Não é meu trabalho pensar no roteiro.
Voltando para Stranger Things, achei a batalha boa, achei digna, mas também achei rápida demais. O Vecna barbarizou pouco nesse último episódio.
Entendi quando o Henry fala que ele e o Mind Flayer eram uma coisa meio Venom, como se fossem um só. Isso fez sentido pra mim. Ele já era uma criança com a mente fraca. Uma criança que, por causa de um tiro na mão, sai tacando pedrada em alguém até matar, com reações totalmente desmedidas, já mostra isso. Então ele já tinha uma mente fragilizada, igual à das crianças que ele sequestrou depois. Ele era só mais um que ganhou poder e começou a se achar superior.
Esse papo de “nós dois somos um só”… tá bom, querido, mas um só que o quê? Perdeu pra fodona da Eleven. E tem isso também: ela veio do sangue dele, mas conseguiu superar o criador. Achei isso maravilhoso.
Eu sempre gostei de Stranger Things. Acompanho desde o lançamento. Nunca achei que fosse uma série extremamente inteligente. Sempre achei que fosse uma série que entregava bons plots e que eles seriam explicados, dentro do possível. E foram. Ponto.
Essa solução de transformar o Henry em algo alienígena eu acho que foi boa, mas acho que dava para ter sido construída de forma mais gradual. Não diria que são furos de roteiro, mas tudo foi feito de um jeito muito corrido nesse final. Nos primeiros episódios dessa última temporada, e até antes, dava para ter desenvolvido isso step by step. Se a gente já soubesse desde a temporada anterior esse negócio de buraco de minhoca e tudo mais, teria sido muito mais interessante.
Eu, sinceramente, não tenho uma memória muito boa e não lembro exatamente o que aconteceu com aquela história de abrir
precisamos falar o quão icônicas e fodásticas foram essas mulheres em os donos do jogo. simplesmente as maiores: mirna guerra, suzana guerra e leila fernandez.
mel maia, giullia buscaccio e juliana paes PERFEITAS!