Sejam bem-vindos ao INFO MADEIN 💗
Uma conta para informá-los sobre o grupo Sul-Coreano, agenciado pela 143 Entertainment : MADEIN.
Não esqueçam de ativar as notificações ! 💗
「MADEIN 활동 관련 공지사항」
본 공지사항은 일정 기간 공개 후 아카이빙될 예정입니다.
감사합니다.
「Notice Regarding MADEIN’s Future Activities」
This notice will be archived after a period of time.
Thank You.
Foi confirmado que o MADEIN fará comeback com 6 integrantes em fevereiro. Mas lembrem-se de boicotar, não comprar álbuns, não dar streams nas músicas e não interagir com as contas oficiais do grupo e da empresa!!
#BOYCOTT143ENT#JUSTICEFORGAEUN#FREEMADEIN@GTMNY143
Thread com alguns posts curtidos pela #YESEO no Plus Chat:
"o ceo é um porco sujo.. nós amamos vocês madein sempre 7 🥺❤️❤️❤️"
"saia dessa empresa com o resto das meninas e a gaeun 🥺 eles não merecem vocês meninas"
"Eu sempre vou amar vocês. 05z💖
"Para as minhas preciosas garotas, por favor sabiam que MABYs sempre apoiarão vocês, mesmo que de longe. Eu espero que nós possamos nos encontrar sob melhores circunstâncias um dia. Por favor saiba que nada disso é sua culpa. +
💬 #YESEO via Plus Chat:
Na verdade... há mais do que eu pensava... não consigo ler japonês rapidamente...
ps. Talvez houvesse muita coisa que você queria dizer....??
Estou lendo tudo..!!
⚠️TW: Assédio Sexual
Rede de Direitos da Mídia para Crianças e Jovens divulga declaração sobre as acusações de que Gaeun do MADEIN teria sido assediada sexualmente pelo CEO da empresa:
“No dia 22 deste mês, o "Scandal Supervisor" da JTBC transmitiu alegações de que o CEO de uma Agência “A” assediou sexualmente uma integrante de um grupo feminino novato. De acordo com a transmissão, quando a integrante implorou ao CEO para 'encerrar suas atividades' como um 'desejo', o CEO disse, 'Então, como meu desejo, quero que você seja minha namorada diária' e a assediou enquanto trancava a porta do escritório.
Quando os pais da membro protestaram, o CEO disse que foi um "erro claro" e prometeu "renunciar ao cargo e não ter contato pessoal", mas acompanhou a jovem em viagens ao exterior e até sentou ao lado dela em um avião. A integrante ficou profundamente traumatizada e desde então parou de participar das atividades do grupo devido a problemas de saúde. O CEO até pressionou as outras membros a responderem se continuariam suas atividades, dizendo que poderiam ser responsabilizadas por danos se o assunto se tornasse público.
As alegações são sérias, e a empresa “A” as negou, afirmando apenas que são falsas. Os depoimentos que foram transmitidos são muito específicos, mas dada a realidade da indústria do K-Pop, onde representantes de agências detêm uma posição absoluta de poder sobre idols novatos, não é apenas uma questão de fato.
Com exceção de alguns poucos idols de sucesso, a palavra de um representante da agência é absoluta para alguém que está prestes a estrear ou que acabou de estrear. Depois de anos de trabalho duro para fazer sua estreia e estar preso a um contrato exclusivo, a agência tem o poder. Uma disputa legal sobre o contrato é o suficiente para colocar em risco a carreira do idol. É chocante ouvir histórias de violência sexual perpetuadas contra membros adolescentes usando essa diferença avassaladora de status.
A sociedade coreana precisa refletir sobre as relações de poder que existem entre crianças e adolescentes que tornam tais coisas possíveis. Na indústria do K-POP, que exige que os idols apaguem sua individualidade e funcionem apenas como mercadorias, várias formas de opressão e violência são infligidas a idols e trainees e eles são forçados a aceitá-las, e essas escolhas são frequentemente mascaradas pelo sucesso glamoroso do palco, apenas para serem trazidas à tona quando incidentes como esses ocorrem.
A disposição do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo de intervir é questionável, mas também não tem a obrigação legal de fazê-lo. A atual Lei de Desenvolvimento da Indústria de Cultura Popular e Artes prevê medidas corretivas para injustiças em contratos, mas não especifica medidas para violações dos direitos de saúde e aprendizagem dos jovens no processo de prestação de serviços. Na última Assembleia Nacional, um projeto de lei para alterar a Lei, que incluía a autoridade do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo para conduzir investigações e inspeções, quase foi aprovado, mas foi descartado devido à oposição da indústria do entretenimento. Existem mais de 6.000 agências de entretenimento registradas que trabalham com crianças e adolescentes, mas elas não são bem administradas ou verificadas. É imperativo que os ministérios relevantes intervenham de forma responsável neste caso e que a Assembleia Nacional discuta a legislação para melhorar o sistema fraco.”