o erro de toda pessoa que quer realizar seus desejos é esquecer que as vezes eles conflitam com o desejo dos próximos. Não é porque nos desapegamos fácil e separamos o desejo de algum sentimento que ele possa ocasionar que toda pessoa do nosso ciclo sabe.
de elementos melódicos como os sintetizadores e o autotune (que o julian usou e abusou nesse album). espero estar mt errado nessa interpretação, mas seria uma despedida mt bem arquitetada, por mais que me doa a ideia de que seja.
Amei tyrants of the mellow moon...mas ela me dá calafrios pq parece uma despedida da musica do julian. oq me causa essa sensação é que os 3 primeiros versos são de fato uma carta de despedida. julian ainda brinca humoradamente que espera que tenha feito vc rir em um dos versos+
e junto ao contexto de que esse album foi uma experimentação completamente desapegada da pressão de seguir a sombra do is this it, depois da redenção e espetáculo que foi o TNA, parece que mesmo com toda a profundidade, o album tem um tom ácido de ironia, como no exagero+
Lonely in the future es la mayor bendición musical que han oído mis oídos.
Te amo Julián Casablancas por favor nunca dejes de deber dinero para que sigas haciendo música
so after 2 listens ive decided i actually really like this! yes, it gets a bit goofy and meandering at points; yes, autotune can be a bit much.. but man there’s something so delightfully bitter about this- an electronic wasteland
Ya me fume el nuevo disco de The Strokes.
Está guapo, decentito, no una obra maestra ni nada, es música de papá y música de conducir de noche solo.
No es pollo hervido con arroz, es más bien un arrocito blanco, con tomatito picado encima y un muslo de pollo asado al horno.
@elite_gz reconheço a contradição do meet me in the bathroom, mas julian costumava ser um critico das atitudes do pai principalmente ao que se refere as mulheres. acredito que a associação do pai dele com epstein não é surpresa, afinal ele trocou a mãe de julian por uma modelo de 16y
@sweetsangria0 nas proxima linhas ele questiona a rotulação da banda como a vanguarda de um novo gênero, onde diz: "que cultura é essa e alguém conhece?". The strokes nunca foi uma banda que queria se prender a um estilo de som, e questionava se esse genero realmente os pertencia.
@sweetsangria0 sim e não. No Room on fire, ele não dá nomes, mas claramente no primeiro verso ele diz "Eles nos ofendem e querem que isso soe novo?" em resposta as duvidas da critica e do publico se eles poderiam manter o nivel, onde eles já buscavam uma evolução sonora própria