🎂 Estamos completando exatos 37 anos de história e, como geralmente essas datas nos deixam nostálgicos, queremos compartilhar com você um pouco do que vivemos para chegar até aqui. Afinal, de certa forma, você também escreveu essa história com a gente, não é? 🥳
🏙️ Você sabia que criar condições para que a população resida nas regiões centrais pode ajudar a enfrentar os desafios climáticos?
A pesquisa "Morar no centro como estratégia de mitigação climática", do @institutopolis, mostra como: https://t.co/WWWBYEyXQC
#ODS11#ONU
💡 Está acontecendo o lançamento da nossa pesquisa de opinião pública sobre justiça energética e do Projeto de Lei da Tarifa Social Justa. Acompanhe e entenda como é possível reduzir o preço da conta de energia de 46 milhões de brasileiros e brasileiras: https://t.co/pZqpnEi5p3
O objetivo é combater a pobreza energética e promover justiça tarifária, assegurando o acesso justo e universal à energia elétrica.
➕ Para saber mais, confira a pesquisa na íntegra em: https://t.co/dtCzkYiH1E
💡 Sabia que é possível reduzir a conta de energia de 46 milhões de brasileiros e brasileiras de baixa renda? Segue o fio que a gente te explica direitinho! ⬇️
Com essa medida, seria possível reduzir em 59% as contas de energia, proporcionando mais recursos para que essas famílias possam investir em outras necessidades básicas, como uma alimentação saudável e nutritiva, por exemplo.
O STF tomou uma decisão histórica ao descriminalizar o porte de maconha para consumo pessoal.
A posse de até 40 gramas da droga ou o cultivo de até seis plantas-fêmeas não será mais tratada como crime. +
Metrô de BH: teve dois aumentos da tarifa em menos de 2 anos.
Metrô do RJ: maior tarifa do Brasil
Metrô de SP: aumento da tarifa em 2024.
O que esses aumentos têm em comum? 🧶
🎓 O LabCidade está com vaga para discentes da FAU-USP com possibilidade de bolsa no projeto FAPESP “Habitação como serviço: insumos para formulação, gestão e implementação de uma política habitacional de aluguel social em São Paulo”, coordenado pela Prof. @paulafsantoro.
O orgulho é o oposto da vergonha, um sentimento frequentemente imposto pela sociedade cis-heteronormativa. O orgulho celebra a liberdade de ser quem genuinamente somos, e é por isso que lutamos: por um direito à cidade de todas as cores para que possamos viver e amar sem temer.
Ricardo Nunes não para de demonstrar sua face mais sanguinária agora que se entregou de vez ao bolsonarismo.
Ao tratar da cracolândia, assunto que merece urgente atenção da prefeitura como pauta de saúde pública, ele mostra novamente que sua solução é tiro, porrada e bomba.
São Paulo não pode mais com esse despreparo e abandono.
COMPARTILHE O SEU ORGULHO! 🏳️🌈💗
Hoje, dia 28 de junho, celebramos o Dia do Orgulho LGBTQIAPN+!
@ErikakHilton e eu preparamos um recado especial pata toda a nossa comunidade!
Ajude-nos a espalhar essa mensagem!
Para celebrar quem nós somos, #CompartilheOSeuOrgulho! 🌈
AUTORIZAÇÃO DA PREFEITURA PARA DOAR COMIDA?
Projeto de lei criminaliza a solidariedade?
A pergunta que não quer calar: quem se beneficia com a fome?
A quem interessa barrar a entrega de comida aos famintos?
Ontem, participamos de uma audiência na @assembleiasp para discutir o aumento da violência LGBTfóbica na capital paulista. @rodrigoiacovini, nosso diretor executivo, esteve presente para apresentar os dados da nossa pesquisa sobre o assunto. Confira em: https://t.co/a9hUZ4Diih
🌍🌿Hoje, às 17h, nosso encontro será no canal do @nexojornal! Nosso diretor executivo, @henriquefrot, participará da mesa abaixo para discutir como as ações locais podem contribuir para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Acesse https://t.co/Ke0cF1h46l e ative o sininho.
Isso começa com pessoas de grupos minorizados ocupando espaços de representação, principalmente as instituições políticas. Por isso, em outubro, convidamos você a votar com consciência, a votar contra a LGBTQIAPN+fobia e todas as demais violências que nos oprimem cotidianamente.
#justiçaporleo Enquanto as camadas mais privilegiadas da sociedade ocupam o mundo de maneira muito confortável, para muitos de nós, o simples fato de existir à nossa maneira pode ser uma atividade de risco devido à LGBTQIAPN+fobia, ao racismo e à misoginia.
Precisamos construir cidades que estejam comprometidas com o bem viver de todas as pessoas, sobretudo de comunidades historicamente oprimidas. As cidades não podem mais ser planejadas exclusivamente para o benefício de homens brancos, héteros, cisgêneros e de classe média.