Sr. @stabile_osmar, fica aqui o recado: assine esse contrato, múmia. NEM TENTE descartar essa renovação, ou lhe perseguirei e farei questão de tornar a sua vida um inferno, seu BANDIDO. Verme.
🚨 | O presidente Osmar Stabile segura o contrato de Memphis Depay por questões políticas, avaliando a pressão entre seus aliados e a torcida caso não haja renovação.
O dirigente teme que aliados do Parque São Jorge o abandonem e tragam ainda mais pressões para sua gestão.
📸 | Rodrigo Gazzanel / Agência Corinthians
cara acho que o mandato do osmar stabile é o mais tranquilo da história do corinthians mds como pode fazer tanta merda e praticamente não ser cobrado e nem confrontado?
Uma vez conheci um turco que veio pra Curitiba porque queria ver um jogo do Alex. Falava dele como se devesse a vida pro cara.
Não existe na terra, povo mais maluco por futebol que o turco.
Vai ser uma novela, Mo. Indiferente do destino final.
@daviddias008@beto_davijr@marcobellojr Vagabundo fica o dia inteiro vendo o Neto balburdiando naquele programa pra se manter com audiência e acredita em tudo que sai dali.
E se mostram os dados que o opõem, como agora, eles somem. Acabam as respostinhas ácidas. Curso de Craque Neto.
Neste momento, Memphis Depay e Osmar Stábile estão definindo a vaga de estacionamento do jogador no CT Joaquim Grava. Memphis quer a vaga do presidente, que se recusa a ceder.
*IRONIA
Talvez seja um novo marco na história do Corinthians.
Assim como usam o Lulinha pra empurrar que foi boa a venda de um atleta da base, dirigentes vão começar a usar o caso do Martinez quando quiserem justificar movimentos patéticos como esse aí.
Agora informação exclusiva:
Memphis chegou ao PSJ para assinar contrato, mas o elevador que leva ao Quinto Andar quebrou. Conselheiros chegaram a ventilar para a imprensa que isso poderia gerar algum impasse, mas o holandês aceitou subir de escada.
A proposta inicial do staff de Memphis era para que o jogador subisse até o terceiro andar, e Stabile descesse dois lances. Após recusa do Corinthians, Memphis subiu até o quinto.
Ao chegar lá, constatou-se que a caneta estava sem tinta, gerando nova situação desconfortável. Fontes da Gazeta Esportiva afirmaram que pessoas ligadas ao presidente do clube sugeriram um adiamento, mas o holandês estava de posse de sua Montblanc.
Restam apenas detalhes sobre a assinatura, se será em letra corrida ou bastão. Seguimos apurando.
@arthnrick@rodolpho Isso sem considerar que, nessa história sem pé nem cabeça, um volume de 17 milhões de transferências geraria mais suspeitas do que qualquer outro método de lavagem de dinheiro VERDADEIRA. Não faz o menor sentido a fic do rapaz kkkkkkkkkkkkkkkk
cara desprezou totalmente o significado de lavagem de dinheiro só pra encaixar na esquizofrenia dele e foda-se kkkkkkkkkkkkkkkkkk
lavar dinheiro distribuindo ele (?) pra pessoas aleatoriamente é nova
eu acabei de receber um pix de 0,06 centavos de uma SUPER empresa de BET em uma conta do Itaú que eu não uso há anos
como eu não quero ser processado, não vou falar que supostamente eles devem lavar dinheiro assim, aos pouquinhos, em milhões de contas pra ninguém perceber
Pior que o obesomiro era assustador nos tempos áureos. Desgraçado chegava a bater 100k ao vivo vendo vídeo de mansão, 40/50k vendo vídeo de lancheira…Gênio absoluto. Saudades.
Elogiado!?!?
Vocês conhecem e sabem quem é esse cara!?
Em 2015, Janikian foi indicado por Roberto de Andrade para Diretor de Futebol, sem qualquer experiência prévia em administração esportiva. Durou três meses no cargo. Ficou marcado por declarar, antes de um jogo contra o Guaraní do Paraguai, que o adversário era um "presente de Deus". O Corinthians perdeu as duas partidas e foi eliminado. Dias depois, negou em coletiva ter feito a declaração e ainda desafiou um repórter a provar. A Fox Sports exibiu o vídeo na hora e o desmentiu ao vivo. Saiu do cargo pouco depois, sem sustentação junto ao elenco e à torcida.
Janikian não é um nome avulso. Ele integra o grupo Renovação e Transparência, a mesma chapa de Andrés Sanchez que comanda o Corinthians desde 2007 (Andrés, Mário Gobbi, Roberto de Andrade, Duílio). Foi justamente Roberto de Andrade, da R&T, quem o colocou na diretoria em 2015. Hoje a R&T está em desgaste, com Andrés Sanchez indiciado pelo Ministério Público por uso indevido de cartão corporativo do clube. Segundo relatos ainda não confirmados por veículos maiores, Janikian teria votado pela expulsão do próprio Andrés do quadro associativo, sinal de um rompimento dentro do grupo que o levou ao clube.
Fora do Corinthians a ficha piora.
Como gestor da Dom José Têxtil Indústria e Comércio, ele e a esposa Karin Stamer Janikian foram denunciados por crimes contra a ordem tributária (Lei 8.137/90) e por formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal). A defesa tentou trancar a ação penal via habeas corpus e não conseguiu. Em decisão do STJ de 2019, consta que um mandado de prisão expedido contra ele não foi cumprido porque Janikian não foi localizado, com indicação de que estaria no exterior. No Jusbrasil, o nome dele aparece em 35 processos, a maioria no TJSP.
E tem o capítulo prefeitura de São Paulo, que é o mais documentado de todos. Sua empresa é fornecedora de material escolar e imóveis alugados para creches, escolas e UBS: contrato de R$ 69 milhões, mais de R$ 300 mil por mês em aluguéis de pelo menos 11 imóveis. Ele foi o maior doador da campanha de Ricardo Nunes em 2018.
Em agosto de 2023, a Prefeitura fechou um acordo extrajudicial pagando R$ 7,1 milhões à Sobei, entidade que administra 15 creches terceirizadas, referente a aluguéis entre 2019 e 2023, mesmo tendo decisão judicial prévia dizendo que nada devia.
A Agência Pública apurou que nove dos dez contratos beneficiados pertencem a Benjamin Ribeiro, fundador da Sobei e amigo pessoal de Ricardo Nunes, ou a Janikian, sócio de Ribeiro em empresas como Femarjam, Apollo BRS e Master. Esse acordo é alvo de representação formal no Ministério Público, que apura possível superfaturamento e cita Janikian nominalmente.
Paralelamente, um imóvel dele alugado à prefeitura (Emei Jardim Myrna) ficou indisponível por conta de processo judicial e a restrição foi levantada pouco antes de ele mover ação de despejo contra a própria prefeitura, cliente da sua empresa. Hoje disputa na Justiça o valor da desapropriação desse terreno, pedindo R$ 13 a 14 milhões contra os R$ 9,9 milhões pagos, sobre um imóvel que comprou em 2011 por cerca de R$ 200 mil.
Resumindo: um dirigente que durou três meses por falta de preparo, ligado ao grupo político que está deixando o clube pelas piores razões, réu em processo por crime tributário e organização criminosa, com mandado de prisão não cumprido no passado, e no centro de um acordo milionário com a Prefeitura de São Paulo que hoje é investigado pelo Ministério Público.
Não presta. Mais do mesmo.