Safira, Ira. 28 verões. Um coração de mar. Escrever cartas. Verde, azul e laranja. Fotos em preto e branco. Sempre atrasada. Crescer e permanecer ao som de Gal Costa. Sempre descalça. Trancinha pra dormir. Sommelier de cachacinha. Sair pra dançar. Forró. Mulheres. Breguices. Axé.
Dançar agarradinho continua sendo, pra mim, um correio de amor — onde os corações pertinho conversam aos sussurros até ficarem mais leves que as pernas.
Eu esqueço de postar tudo, mas sou entusiasta de todo diário então fiz uma coletânea pessoal no telegram chamada IssoFoiOntem. Pra viver primeiro e postar depois, quando eu lembrar.
É junho e eu enlouqueceria se eu não pudesse passar as festas juninas no Brasil dançando forró agarrada em algum rabo de saia. A minha grama é verde lésbico.