Jornalista: “Você é contra as vacinas?”
Eleitora de Trump: “Com certeza. 100%”
Jornalista: “Contra todas as vacinas?”
Eleitora de Trump: “Todas. Elas são veneno”
Jornalista: “Todas as vacinas são veneno?”
Eleitora de Trump: “Sim, são”
Jornalista: “E a vacina contra a pólio?”
Eleitora de Trump: “Não existe um caso de pólio desde 1960.”
Jornalista: “Desde que existe a vacina”
Eleitora de Trump: “É... 😵💫”
Não tem fundo o buraco da extrema direita quando se juntam fake news, misoginia e ataque político.
O que fizeram com Ana Estela Haddad é de uma baixeza difícil de explicar. Uma professora, uma mulher que não fez absolutamente nada para merecer ser transformada em alvo de insinuação, deboche e mentira simplesmente porque é esposa de Fernando Haddad. E ainda espalharam uma fake news para atacar os dois.
Enquanto isso, São Paulo vive problemas reais todos os dias: insegurança, gente com medo de andar na rua, problemas no transporte, água, infraestrutura e uma violência contra as mulheres que assusta cada vez mais.
Essa semana foi particularmente perturbadora para nós, mulheres. O aumento da violência e dos feminicídios deveria fazer todo mundo refletir sobre o ambiente que estamos alimentando também nas redes sociais. Normalizar humilhação, misoginia e ataques contra mulheres tem consequências.
Eu estou desde ontem chocada com esse caso. A gente não pode se calar diante disso. Nem quando acontece na política, nem na internet, nem em lugar nenhum.
Tem alguma coisa muito errada acontecendo quando atacar uma mulher dessa maneira passa a ser tratado como entretenimento ou disputa política. Isso precisa parar.
Amor é pra fora, não é pra dentro. Quem ama de verdade quer ver a outra pessoa sair, crescer, aparecer, ganhar o mundo, ser querida, ser gostada, ser admirada e não o contrário. Amor que se faz de outra forma é egoísmo disfarçado, é ouro de tolo.
Ato falho? O deputado federal bolsonarista Sargento Gonçalves estava falando na 96 FM que a reeleição dele seria consequência do trabalho desenvolvido na base da compra de votos. O jornalista Diógenes Dantas ainda deu chance dele consertar a afirmação e o parlamentar respondeu “exato” e que esse é um mal do Nordeste e do RN, alegando que nossos eleitores são corruptos.
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— Não concordo com a homossexualidade.
— Mas você é gay???
— Não.
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— É que não é natural!!!
— Hum... Você é Biólogo???
— Não.
— Então você é Antropólogo???
— Também não!!!
— Astrólogo???
— Não!!!
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— É que Jesus disse que é uma aberração!!!
— Na verdade, não disse não, nem uma única palavra a respeito!!!
— Não. Mas tá escrito na Bíblia.
— Tá sim, principalmente lá no Velho Testamento, que também proíbe comer porco e camarão, sentar em uma cadeira que foi usada por uma mulher menstruada, acender a luz no sábado. Você evita tudo isso???
— Não.
— Então o que você tem a ver com a sexualidade dos outros???
— EU NÃO GOSTO!!!
— Ah, então o problema não é a natureza das coisas, nem os astros, nem a descendência, nem a suposta "opinião" de Jesus... O problema é que você não gosta, certo???
— É!!! Não gosto!!!
— MAS ENTÃO, MEU ANJO, O QUE VOCÊ TEM A VER COM A SEXUALIDADE DOS OUTROS???
Autor desconhecido
(Já publiquei esse diálogo outras vezes aqui, mas quis publicá-lo novamente hoje).
Devemos resistir à mercantilização das necessidades humanas essenciais. Água, alimentos e saúde não podem ser subordinados a considerações de mercado ou interesses geopolíticos. O acesso a alimentos adequados é um direito humano fundamental, enraizado na dignidade de cada pessoa. Atender a essa necessidade não só alivia o sofrimento, como também aborda as causas subjacentes de instabilidade geopolítica. De fato, a segurança alimentar é um componente essencial da segurança global e integral. https://t.co/PE3lN55PpD
@Barreto269 A justificativa do Senador para ter subscrito, "assinei para permitir o debate", em muito lembra a resposta de Bill Clinton sobre o uso de maconha: "I experimented with marijuana a time or two, and didn't like it and didn't inhale" ou, "fumei mas nao traguei".
@sergiofreire Os meus me chamavam de Iranzinho, meus irmãos de Zinho. Alguns bons e muitos velhos amigos de Iranzin. Uma sobrinha mais que amada de TioZinho.
"The richest 0.001% don't wear luxury."
Yes they do. You're just too poor to know what these brands are.
Forget Dior. Forget Louis Vuitton.
Old money wears quiet luxury.
Here are six brands that billionaires, world-leaders, and royalty actually wear:
ANTI-JORNALISMO. A imprensa de Natal esconde que a Prefeitura construiu e aprovou o plano de manejo que impede o parque linear na forma que ela quer agora em Ponta Negra.
A informação, dada pelo Opotiguar, pode ser verificada junto ao conselho gestor da área (e no site do IDEMA) que a prefeitura faz parte.
Só assim se cria essa falsa disputa entre Prefeitura e IDEMA, que apenas resguarda o plano.
Só com o anti-jornalismo a (falsa) cobertura sobre o embate ganha alguma razoabilidade.
Mi abuelo no nos dejaba tirar ni el pan duro.
Se enfadaba.
De verdad.
Yo pensaba que era tacañería.
Cosas de viejo.
Una noche me vio dejar media barra en la basura.
No gritó.
Solo dijo:
—Ven.
Me llevó al cuarto de arriba.
Sacó una caja de lata.
Dentro había una cuchara torcida.
Una cartilla de racionamiento.
Y una foto de dos niños.
—Ese de la izquierda soy yo —dijo.
—El otro era tu tío Julián.
Yo no sabía que había tenido un hermano.
—Murió con nueve años.
Se me heló el cuerpo.
Mi abuelo cogió la cartilla con las manos temblando.
—En la posguerra aprendimos a comer despacio para engañar al hambre.
Él siempre me dejaba el último trozo.
Yo me lo comía.
Y le decía que mañana habría más.
Se quedó callado unos segundos.
Luego me enseñó la parte de atrás de la foto.
Había una frase escrita a lápiz:
“Si tú vives,
no tires nunca lo que a otro puede salvarle el día.”
Antes de guardar la caja, mi abuelo me miró y dijo:
—La pobreza no da vergüenza.
Vergüenza es olvidar lo que costó llenar un plato.