⭐️ SEGUNDO TURNO É LULA
No dia 25 de outubro, não deixe de exercer o seu direito de voto. Reforçamos a importância de votar com consciência, a favor da democracia e dos nossos direitos humanos.
#FandomsComLula
VOCÊ SABIA QUE ASSITIR BL/GL É UM ATO POLÍTICO?
Assistir a produções de BL (Boys' Love) e GL (Girls' Love) vai muito além do simples entretenimento, do romance fictício ou da admiração por atores e atrizes. Ninguém é obrigado a transformar o próprio lazer em militância constante, mas é indispensável reconhecer a realidade política na qual essas produções estão inseridas. Essas obras colocam personagens LGBTQIA+ no centro da narrativa, dando visibilidade às suas afeto, às suas famílias, aos seus dilemas cotidianos, à luta por direitos e, inevitablemente, à discriminação e à violência que enfrentam no mundo real. Ignorar isso é ignorar a própria essência do gênero.
O impacto social do BL fica evidente em produções como Not Me, que extrapola a convenção romântica ao denunciar o autoritarismo, a corrupção estatal, os monopólios econômicos e as lutas do ativismo social por igualdade. A história não esconde a dimensão política: insere seus personagens no meio de manifestações reais pelo casamento igualitário e contra abusos de poder. A mesma profundidade surge em Shine, que utiliza o drama histórico para expor como a repressão e os regimes autoritários afetam diretamente a liberdade de amar.
A representatividade sapfálica nos GLs caminha na mesma direção política. A série 23.5, por exemplo, normaliza o amor entre mulheres no horário nobre e desafia abertamente o preconceito da heteronormatividade familiar e os papéis tradicionais impostos às mulheres. Ao trazer o afeto lésbico para o centro da cultura pop, essas produções rompem com apagamentos históricos e enfrentam diretamente discursos conservadores que tentam marginalizar as identidades femininas queer.
Existe uma incoerência fundamental em se emocionar com histórias sobre pessoas LGBTQIA+, usufruir dos espaços de comunidade gerados por elas e, ao mesmo tempo, apoiar politicamente projetos ou figuras associadas à direita e à extrema-direita, que ativamente trabalham para restringir direitos e apagar a existência dessa comunidade. É contraditório comprar produtos, participar de fandoms e celebrar casais fictícios enquanto se valida a retirada de direitos das pessoas reais que inspiram essas narrativas.
A conquista do casamento igualitário na Tailândia, oficializada em 2025, não ocorreu apenas porque séries ficcionais ficaram populares, mas sim fruto de décadas de mobilização política e luta social. BLs e GLs são reflexos e ferramentas dessa mudança cultural.
Não se trata de impor uma obrigação partidária a quem assiste, mas de exigir coerência: se a existência, a liberdade e o amor dessas pessoas te comovem na tela, a defesa da dignidade delas também deveria importar fora dela.
No próximo turno, votem 13 para presidente e não a quem nos oprime. Votem certo, votem com consciência ⭐️❤️
#FandomsComLula #EleNão #Eleições2026
Por aqui, a escolha é bem clara: SEGUNDO TURNO É LULA! ❤️
Porque acreditar em um futuro melhor também é saber de que lado a gente quer estar. Hoje, a nossa escolha é pela democracia, pela esperança e pelo Brasil que queremos construir. ⭐️
#FandomsComLula
Oi, @LulaOficial! Nossas redes estão abertas para você e sua equipe.
Estamos disponíveis para compartilhar informações de interesse público e conteúdos relacionados à sua campanha, sempre com o objetivo de ampliar o acesso do nosso público às informações.
Estamos à disposição.
Há anos, eu e todas as pessoas ao meu redor, amigos e comunidade, sempre fomos contra qualquer tipo de violência discriminatória. Minha opinião política nunca foi mistério pra ninguém, e diariamente eu e meus familiares somos atacados e perseguidos por isso.
Mas eu também convivo diariamente com pessoas que tem sua existência questionada e ameaçada por ideologias completamente odiosas. O dia de ontem foi, honestamente, um choque e um presságio péssimo de algo que a gente não pode deixar acontecer de novo.
Uma comunidade grande inevitavelmente reúne pessoas que discordam ou simplesmente não conseguem compreender a proposta de uma obra ou trabalho, mas essas pessoas não representam o meu trabalho nem de todos ao meu redor.
Então, se ainda existe alguma dúvida, a resposta é simples: no segundo turno das eleições de 2026, dia 25, a única escolha é Lula 13. Nós não podemos permitir mais um Bolsonaro no poder.
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