Jovens — aparentemente adolescentes — carregando corpos após o extermínio policial. E ainda assim, o secretário Cláudio Castro afirma à imprensa que “as únicas vítimas foram os policiais”. Como ignorar mais de 100 mães em luto? O que aconteceu no Rio não é segurança, é barbárie.
Uma chacina pra ganhar votos! Cláudio Castro não se importa com a dor da favela. Mais de 120 mortos até o momento, mais um dia de luto nas favelas do Rio de Janeiro.
🚨Passa de 120 o número o número de óbitos na megaoperação no Rio de Janeiro.
Ao longo da madrugada, moradores retiraram pelo menos 64 corpos da mata onde ocorreram os confrontos entre policiais e traficantes. Os corpos não constavam nos números oficiais divulgados ontem.
Não adianta matar 60 traficantes se no dia seguinte já tiver outros 120 pra ocupar o mesmo lugar. Traficante não deixa de ser traficante só porque tá morrendo. O problema é bem mais profundo envolve questões sociais, educacionais e estruturais. Mas os extremistas não vão entender
O Rio de Janeiro vive uma das maiores chacinas da história recente: mais de 120 mortos, superando o Carandiru. O governador Cláudio Castro transforma a praça pública em necrotério e faz da morte um palanque, tentando recuperar popularidade com sangue
Em vez de sufocar o crime com inteligência onde ele se organiza e lucra nas zonas nobres, nos paraísos fiscais e nos gabinetes dos criminosos, milicianos de colarinho branco, o Estado escolhe matar sem critério nas favelas, entre quem já sofre com a pobreza, o desemprego e a ausência de politicas de estado para além de um projeto falido de massacre, que governa o Rio há mais de 20 anos. É um projeto de poder construído sobre corpos negros e periféricos.
O que acontece no Rio não é uma tragédia, é uma escolha. Uma política de extermínio fantasiada de segurança pública, que transforma o medo em método e a morte em discurso. O país precisa reagir e cobrar responsabilização de quem tornou essa violência brutal em política de Estado.
Nesse momento doloroso para o país onde a desumanização é a regra, me solidarizo com cada família, mãe, tia, avó, gente decente e honesta que sofrem com a dor de, mais uma vez, verem os corpos dos seus estirados no chão, suas comunidades sendo vítimas de uma chacina televisionada.
A FAVELA QUER VIVER
128 mortos até o momento, muitos com sinais óbvios de tortura e execução sumária, braços amarrados, tiros de fuzil no rosto para "estragar o velório" e dificultar o reconhecimento. Se você não condena essa imagem, você não faz parte da solução, você faz parte para o problema!
🚨 132 mortos em megaoperação policial no Rio de Janeiro
A ação conjunta das polícias Civil e Militar no Complexo do Alemão e da Penha deixou 132 mortos, incluindo 4 policiais, dois do Bope e dois da Polícia Civil, e 128suspeitos.
Foram apreendidos dezenas de fuzis, granadas, coletes e rádios usados por criminosos que resistiram às equipes. Segundo as autoridades, o material seria utilizado em ataques contra agentes públicos.
A operação é considerada a mais letal da história do estado e ocorre em meio à escalada de violência que atinge o Rio nas últimas semanas.
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🗣️ Em discurso histórico na Câmara, a deputada Benedita da Silva se indignou com a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio, que deixou mais de 100 mortos.
🔴 Ela lamentou as mortes e responsabilizou o governador Cláudio Castro
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