"único time realmente politizado do Brasil é o atlético paranaense que puxou campanha oficialmente pro Bolsonaro em 22, puxou oficialmente apoio pro moro em 2015 e mudou identidade visual do perfil em apoio a Ucrânia no auge da guerra"
O Coritiba foi abandonado pelas bets. Outros clubes grandes e médios também. Na Série B, não sobrou quase nada. O patrocínio que parecia salvação virou deserto: quando o dinheiro fácil some, quem sobra é o torcedor pagando a conta.
Enquanto isso, o mercado de apostas faturou R$ 60 bilhões e emprega míseras 5 mil pessoas. É uma máquina de sugar renda que não devolve quase nada em empregos, não movimenta o comércio das cidades, não constrói nada. O dinheiro que poderia girar na padaria, no bar, na loja do bairro vai embora pelo ralo digital e some no exterior.
Nem menciono as vidas perdidas ou destruídas pelo vício — e são muitas. Famílias endividadas, jovens que apostaram o salário, gente que perdeu tudo tentando recuperar o que nunca vai voltar.
E tem os influencers com milhões de seguidores, acordam todos os dias com uma missão: descobrir como tirar dinheiro de quem os acompanha. Nas bets, acharam o prato cheio para ficarem milionários. O dinheiro que ia para patrocinar o esporte no inicio migrou para mão deles. Na Copa, vimos eles dando dicas de odds totalmente furadas — e o povo perdendo seu dinheiro enquanto eles embolsavam comissão.
A autorregulação não veio. Pelo contrário: cada dia mais exposição, mais propaganda, mais naturalização. Jovens enxergam nas bets uma forma de ficar rico, quando é exatamente o contrário: é o caminho mais rápido para a pobreza.
Com as bets, a sociedade perdeu. Perdeu dinheiro, perdeu saúde mental, perdeu dignidade. Quanto antes dar o fim nesse mercado, melhor.
Sabia que os bolsonaristas eram burros mas nao ao ponto de mexer com a maior torcida organizada do brasil….. os devotos de Nossa Senhora Aparecida kkkk
Daqui pra frente, eu não duvido mais de nada. Não confio mais na meteorologia brasileira. Nem avisaram que um tornado em Curitiba vinha desse jeito.
Agora vai ser assim: como os incas e maias, qualquer sinal no céu… eu corro.