O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Em qualquer país sério Flávio Bolsonaro nunca mais veria a luz do sol por colaborar com uma potência estrangeira contra o próprio país. Nos EUA que tanto ama ou na China, seria executado sem cerimônia. Traidor filho da puta.
Auditoria feita pelo governo interino do Rio de Janeiro descobriu que quatro entre dez funcionários de secretarias não trabalhavam. Os números mostraram 78% de "funcionários fantasmas" nos órgãos apurados até o momento.
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Francamente, o cara está disposto a ferrar o Brasil em troca de apoio ao seu projeto de poder.
Enfim… não surpreende, tudo que vem da família Bolsonaro é nocivo ao Brasil.
Natuza perplexa com a carta do Marco Rubio ao Flávio Bolsonaro: “Que história é essa? Onde é que já se viu um governo eleito que coloca um time de transição à disposição dos EUA? O que será que o Flávio ofereceu para o Rubio?”
Todos os brasileiros querem a resposta!
TARIFLÁVIO TRAIDOR DA PÁTRIA
O PIX É DO BRASIL
Existe uma falsa ideia que parte do grande empresariado tenta colocar na cabeça das pessoas, a de que basta se esforçar, basta trabalhar feito um filho da puta que sua vida vai mudar.
Não muda.
Sem qualificação, sem estudo, você não vai a lugar nenhum, você apenas se torna uma máquina humana para deixar seu patrão ainda mais rico.
E a campanha contra a educação quase sempre vem dessa turma.
Na família do meu pai, fui a primeira pessoa a me formar, tenho curso técnico em Administração, sou formado em Propaganda e Marketing e também em Audiovisual.
Trabalhei no Subway até uma agência de publicidade, hoje tenho minha própria agência.
Saí da periferia do Campo Limpo para morar no bairro do Paraíso, a cinco minutos do Parque Ibirapuera e da Avenida Paulista.
Sei como é o pensamento no Campo Limpo e sei como é o pensamento aqui onde moro.
Enquanto a classe trabalhadora continuar idolatrando o empresariado, a situação dificilmente vai mudar.
Molecada que me segue, vai se qualificar, a melhor arma que a gente tem é olhar intelectualmente olho no olho de qualquer um, abaixar a cabeça e pagar pau pra ninguém.