@leitedemanga a doença do hétero é achar que ele é superior a um gay simplesmente por ser hetero. daí saem uns lixos do esgoto igual esse viciado pensando que é régua moral de alguma coisa. queria que existisse um vírus que matasse todos.
os adultos em volta da criança alimentam discursos como "perdeu pra uma menininha", "até sua irmã é melhor que você em tal coisa" e isso vai gerando uma frustração e raiva que quando ficam adultos não sabem lidar com mulheres ganhando mais ou sendo melhores em algo
@ervinhaxz@Clavicularbr Criticam o fotógrafo que registrou a miséria, mas não o governo que suga até o tutano dos ossos e nada retribui. O mensageiro é sempre o punido.
ROLL - 3/10
> Não.
MY PLAN - 8/10
> É a Lentinha da vez, mas fugiram do convencional em algumas partes. Dito isso, é boa.
'TILL WE DIE - 6/10
> Essa tô com dúvidas em relação a como me senti ouvindo, mas é mais boa que ruim.
SHAKIN' - 7/10
> É divertida até, então de novo, se eu ouvir mais devo acabar gostando. Beat bem diferente, mas é muito bom.
CAN'T HELP MYSELF - 10/10
> Se Moulin Rouge fosse hard rock, seria essa música. Tudo que Rich Man deveria ter sido.
People wanted Homelander to scorch the Earth,
Don't want to die, and
Win in the end
That’s exactly what’s wrong with people as a society, Makers don't want to leave that image, don't want bad people to win
Homelander did horrible things. He ruined lives, killed innocent people, and treated himself like a god. A character like that doesn’t deserve a glorious ending.
And that’s why his death worked.
He didn’t die with aura or pride. He died like a human being scared, desperate, begging for survival in front of Butcher and live television.
The man who saw himself as a god was reduced to fear and helplessness.
That’s the most satisfying ending a villain like Homelander could get. Evil shouldn’t be rewarded just because it looks cool.