As vezes quando eu saio de perto de TV eu fico ouvindo “gooooll” bem baixinho aí quando volto pra perto não tá acontecendo nada
As vezes eu me pergunto se sou esquisofrênico
🇫🇷 Senhora Anderson, ex-diretora de Michael Olise na escola, relembrou como ele era durante a infância:
— “Isso me irrita quando dizem que ele é desleixado ou arrogante.
Ele é apenas muito tímido.
Nunca levantava a mão na aula.
Mantinha a cabeça baixa, fazia o que precisava fazer e depois saía correndo para o campo.
O futebol era o mundo inteiro dele.
Era um bom aluno em matemática e ciências, mas já demonstrava uma enorme obsessão por vencer.
Quando o time dele não ganhava no recreio, tinha muita dificuldade para voltar a se concentrar.
Só queria sair novamente para ‘acertar as contas’.
Um perfeccionista, um futuro campeão... mas sempre na sombra.
Quando era parabenizado por um gol, colocava o dedo na frente da boca e corria para se reposicionar olhando para o chão.”
(@lequipe)
You can always become a more transitional team and still win games.
But both teams under Ancelotti, Brazil and Real Madrid, have shown the value of having a low-tempo controller.
Without Lucas Paquetá or Toni Kroos, you simply have less of the ball, and that changes everything.
Eu não ligo para o pênalti que supostamente ele deveria cobrar, se o Guimarães cobra pênalti melhor que ele, então o Guimarães que bata, não tem segredo.
A grande verdade é que depois dessa Copa do Mundo, eu respeito demais o Vinicius Jr. com a camisa amarela.
Desde o primeiro segundo dentro da competição, ele jamais se omitiu, e entregou quando precisou entregar.
Foi de um peidão histórico com a amarelinha, para o principal jogador do Brasil nessa Copa.
Que mantenha esse nivel, vai ser peça chave no próximo ciclo.