Sabe, às vezes me ocorre que você era um maluco manipulador que jogou essa narrativa em cima de mim pra zuar com a minha cabeça porque do contrário, eu não entendo nada. NADA.
Eu te disse que preciso RESSIGNIFICAR coisas rápido, do contrário posso me afogar. Estive rezando p/ q vc falasse comigo, para q a gente pudesse resolver isso. Pra ser amigos, pelo menos. E cada minuto que vc escolhe a raiva (ou quem sabe indiferença?), eu abandono essa história.
Você disse que tinha medo de mim e esperava que eu te dissesse que ia ficar tudo bem? E daí depois você vem e me culpa pela forma como você se sentiu e não me deixa falar. Depois fala de ações IMPERDOÁVEIS. Cada dia que passa eu fico mais chocada com o desfecho dessa história.
eu me pergunto como o amor romântico moldaria meus escritos e, claro, minha personalidade. Eu acho que eu seria tão insuportável que eu ia dar um jeito de desamar rapidinho. Fontes dizem que isso já aconteceu.
não é nem uma pergunta de se eu vou conseguir parar de escrever sobre isso, é quando. Eu não queria que o quando fosse longe. Não quero fugir e me distrair da dor porque eu sei que isso é maior que uma pessoa indo embora, é sobre todas as pessoas que foram e irão.
A única forma de acesso à minha cama é ter lido Sally Rooney ou Machado de Assis (para além das obrigações estudantis). E, ainda, você seria bem-vindx como amigx. Eu não sou tão legal.
ah, que pena, vc não acha a minha depressão e as minhas respostas (curtas e bem pontuadas) estimulantes? O fato de que eu não quero transar com você é o que te prende aqui? Meu bem, eu vivo pela esperança do que eu não consigo ter.