Vou ter de ser eu a dizer isto, o que é triste porque em pleno 2026, não só é preciso dizê-lo, (sendo que toda a gente vê e fica calada com receio das tais leis da "discriminação" e do cancelamento de esquerdalhos), como é preciso relembrar-vos a todos que os malucos tomaram o manicómio, estão a "geri-lo" e trancaram os médicos.
Mas aqui vai: Ninguém normal quer ver gajos com idade para terem juízo, muitos deles com barba e maquilhagem, travestidos na rua, com roupas provocativas, tipo prostituta alterna, a abanarem-se e a fazerem expressões de gaja excêntrica.
Provocando sempre olhares de reprovação, nojo e até algum burburinho por parte das pessoas com mais idade (que felizmente não tinham que ver estas coisa quando éramos uma sociedade decente, sendo que tínhamos leis de atentado ao pudor e ninguém aturava poucas vergonhas). Qualquer português do tempo em que o meu pai era jovem, teria uma reação adequada ao ver uma coisa destas. (Se é que me entendem😉).
Deixo aqui também esta nota: Existe uma desproporcionalidade enorme de brasileiros mestiços a fazer isto. (Cheira-me que a falta de identidade, por estarem presos a um corpo de duas ou mais raças, leva a que compensem essa mesma lacuna com comportamentos extravagantes e decadente na procura de uma identidade mais alternativa).
Esquerdistas doentes vão dizer-me que "eu preocupo-me demasiado com a vida dos outros".
E sim se quisermos viver numa sociedade saudável, é precisamente com as vidas dos outros e os seus comportamentos em público que nos devemos preocupar. Da mesma forma que não queremos ver os nossos filhos, primos e irmãos bêbados ou drogados na rua, também não queremos ver os filhos de outrem bêbados, travestidos ou nus em público. Ainda para mais quando são estrangeiros, sendo que deviam de demonstrar o melhor comportamento possível no país dos outros. É simples. Não é digno nem inspirador para ninguém viver numa sociedade onde prevalece o baixo nível, a pouca vergonha e a baixeza. Quem tolera isto calado também passa a cúmplice do degredo.
Tenho dito.