Nada como a pressão popular! Às vésperas do recesso, Alcolumbre aprovou no Senado a MP do Frete, após os caminhoneiros entrarem em greve. Só funciona na base do apavoro mesmo.
🚨 ESTAMOS CANSADOS DE ESPERAR! É HORA DO CONGRESSO APROVAR!
Essa é a última semana que o Congresso Nacional pode votar o fim da escala 6x1 e a criminalização da misoginia antes do recesso parlamentar.
A última semana pros políticos dizerem se são aliados ou inimigos do povo que os sustenta. Se querem mulheres vivas ou o voto dos red pills.
É hora do povo botar os deputados e senadores pra trabalhar. É hora do povo cobrar cada político desse país.
Não resta dúvida: a disputa política no Brasil afunilou entre o governo Lula de um lado, e o crime organizado atrelado com a gangue bolsonarista do outro. Não tem nada de esquerda x direita. Somos nós contra bandidos perigosos que não tem nada a perder.
A situação precária do estado do Rio de Janeiro só não apertou o pescoço do Flávio Bolsonaro ainda porque a nossa imprensa não se esforça muito em falar verdades.
O candidato dele ao governo, que era o Bacellar, foi preso. O do Senado, Márcio Canella, também. Todo mundo suspeito de se relacionar com o crime organizado. O único ilibado é ele, que há poucos anos condecorava com medalha de mérito chefe de escritório do crime.
Como pode um imundo desse pontuar em pesquisa eleitoral?
@SoniaAbrao lembra o Perline que o William Bonner fez um especial de 2 programas no Globo Repórter dando informações sobre o que fazer em NY. #atardeesua
Essa cena era a cena que eu esperava que Mania de Você fosse ter quando começaram a vincular as chamadas da novela com a Mercia arrumando a mesa de jantar #quemamacuida
@drewnitter Fui no tardezinha ano passado Aew e choveu o evento inteiro, teve uma hora que o povo tudo doido já estava mergulhando nas poças ! Foi mara
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.