Anthony Fauci tomou a vacina da COVID, ao vivo, para mostrar que era segura. O diário privado dele conta que ele teve um infarto pulmonar em julho de 2021 após receber a vacina. Quer dizer, Fauci teve um dos eventos adversos primários mais esperados, que eram coágulos sanguíneos potencialmente fatais no pulmão, infarto do miocárdio e manteve isso em segredo do público, incentivando a vacinação.
Fauci é um canalha. Simplesmente um canalha criminoso.
Pergunta honesta: a @GloboNews e a @CNNBrasil transmitem notícias 24 horas por dia. Eles já encontraram 5 minutos para falar dos diários do Dr. Fauci?
Chega um momento em que o silêncio passa a ser mais eloquente do que qualquer editorial.
Não pode entrevistas, rede social, cartas, vídeos e agora também não pode vídeo de IA com a imagem e voz de Jair Bolsonaro apoiando a candidatura presidencial do filho, mesmo sendo identificada a produção como IA e mesmo sendo inequívoco o apoio do pai ao filho.
E as decisões nem são do TSE, mas do Ministro da execução penal, essa nova criação brasileira.
Tudo isso virou um grande absurdo ilegal.
Não podemos esquecer de Filipe Martins: o homem preso por uma viagem que não fez — e que, mesmo se tivesse feito, não configuraria crime algum.
Filipe Martins não é um caso isolado. É o símbolo mais nítido do regime de exceção que Alexandre de Moraes instalou no Brasil: prender primeiro, provar depois — e, quando a prova falha, seguir em frente como se nada tivesse acontecido.
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Sejamos claros: países que vetam observadores externos porque podem sofrer alguma crítica, nisto ou naquilo, não são democracias. O Brasil é uma democracia, não é mesmo? De modo que jamais poderia agir desta maneira.
Uma pesquisa interna do PL aponta que, em um eventual segundo turno contra Lula, Flávio Bolsonaro teria alta capacidade de absorção dos votos de outros candidatos de direita: 89% dos eleitores de Ronaldo Caiado e Romeu Zema e 64% dos votos de Renan Santos migrariam para o senador
🚨ATENÇÃO: Wall Street Journal publica artigo que acusa Alexandre de liderar "golpe de Estado" no Brasil; artigo menciona decisões contra Bolsonaro, censura das redes e anulação das condenações de Lula
🗣️DEU RUIM| O dono do Metrópoles, Luiz Estevão, é citado em investigação da PF sobre suspeita de venda de decisões no STJ em benefício de seu grupo empresarial.
O mesmo portal que tentou associar Flávio Bolsonaro à Copenhagen, empresa da teia de Vorcaro, agora aparece no centro de outra história pesada.
O Metrópoles, segundo Flávio, teria recebido R$ 1,2 milhão da mesma empresa. E, segundo a Folha, o Banco Master repassou R$ 27,2 milhões ao portal entre 2024 e 2025.
O mundo não gira. Ele capota.