This is why the shift to everyone hating each other has been so hard for millennials.
Many of us went to diverse schools where everyone basically got along. Sure, jokes were made & bad people existed, but there was a general code of respect.
Social media + rage bait ruined that
Robert De Niro: "Trump is destroying [America], and who knows what his reasons are, but it’s sick, it’s fucked up. We have to save the country."
"People have to resist, resist, resist, resist, resist. That’s the only way. There’s no magic. There’s no nothing – people are not going to go away, even if Trump dies for some reason by having an illness or something. Parts of that movement are still there, and that’s the scary part. It has to be neutralized by the people.”
https://t.co/D3j0628ZwG
A interpretação de texto claramente não é o forte de muita gente por aqui. Falta repertório, falta leitura de contexto e, principalmente, falta entender sarcasmo. Eu sei muito bem o que é isso.
Tem gente criticando Lady Gaga pela participação no espetáculo do Bad Bunny, e fica evidente que não entenderam absolutamente nada do que estava acontecendo ali.
Latinos sempre são chamados para cantar em festas, premiações e eventos americanos. Em casamentos e festas de empresas, inclusive, são tratados muitas vezes como distração, como entretenimento de fundo, quase um adereço cultural para animar o ambiente, não como artistas completos, não como protagonistas, mas como “atração”. É assim que o sistema funciona: latinos como espetáculo conveniente, americanos como centro.
E é justamente por isso que aquela cena é sarcástica e política. Ali, os papéis foram invertidos. Pela primeira vez, uma artista americana ocupando o lugar de atração para um público latino, não como centro, não como dona do palco, mas como parte do espetáculo conduzido por eles.
Quem leu aquilo como “submissão”, “humilhação” ou “falta de noção” só confirmou o ponto, quando o privilégio muda de lugar, muita gente se incomoda. Especialmente quem nunca aprendeu a ler nada além do óbvio.
My dream job is to be one of those HR ladies that’s always 2 bites into a sandwich whenever a meeting starts. The kind who gingerly covers her mouth and apologizes and says she’s eating lunch sooo late because her day has been absolutely SWAMPED (regardless of the time of day)
is the left “obsessed” with gender, sexuality, race, etc, or are they just constantly having to defend people in marginalized groups against a right wing that’s ACTUALLY obsessed with gender, sexuality, race, etc