Uma massa de desinformação tomou conta das redes nos últimos dias sobre as enchentes no Rio Grande do Sul.
Mentirosos estão se aproveitando para ganhar engajamento com mentiras e gerar dinheiro com a tristeza das pessoas.
Um desses atores desinformativos é Pablo Marçal, que desde o início da tragédia está usando suas redes para criar pânico e mentiras. As redes não fazem nada porque ganham com ele. Isso precisa mudar.
O SGBR criou uma nova página lá no Instagram só para denunciar esse tipo de desinformação. O Desinfoclima vai trabalhar contra mentiras sobre o meio ambiente e contamos com a ajuda de vocês lá, seguindo e compartilhando os conteúdos. #DenunciaPabloMarçal
Cientistas vêm alertando que, com o aquecimento global, muitas espécies estão viajando para regiões mais frias e com climas compatíveis à sua sobrevivência. 😥
Um estudo desvendou conexões entre tolerância térmica e limites geográficos das espécies em todo o mundo.🧵
Quem não quer perder as boas notícias do governo do PRESIDENTE LULA e os avanços que o Brasil está dando rumo ao desenvolvimento econômico e social, siga meu perfil @ivanvieira_5
URGENTE: o Rei do Brasil é da zorra toda Arthur Lira, que não gosta de chamem ele de EXCREMENTÍSSIMO, fez mais esse absurdo:
IPCA-15
ESTOU COM FELIPE NETO
EXCREMENTÍSSIMO
A agenda ambiental é uma agenda civilizatória, é uma agenda de toda a humanidade. Portanto, o acerto na escolha do tema é fundamental para que práticas inovadoras do Judiciário e do sistema de Justiça possam iluminar novos caminhos que a todos influenciem positivamente em opções muito mais viáveis para cumprirmos as promessas da Constituição de 1988, na defesa do meio ambiente e das populações indígenas.
Sobre esta gritaria de que Ifood, Uber, etc, irão acabar no Brasil por conta da regulamentação: a Europa já faz isso, em países menos populosos, e não acabou. Alguns exemplos de países e plataformas incluem:
1. Reino Unido: a Uber perdeu uma batalha legal em 2021 e foi obrigada a tratar seus motoristas como funcionários, concedendo-lhes direitos trabalhistas, como salário mínimo e férias remuneradas.
2. Espanha: A Espanha aprovou uma lei em 2021 que exige que empresas de entrega de comida, como a Glovo e a Deliveroo, classifiquem seus trabalhadores como funcionários, garantindo-lhes direitos trabalhistas.
3. Itália: A Itália também introduziu regulamentações para proteger os direitos dos trabalhadores de plataformas digitais, como a Uber Eats e a Just Eat. Em alguns casos, como trabalhadores registrados.
4. França: A França implementou regulamentações que visam proteger os direitos dos trabalhadores de plataformas digitais, como a Uber Eats, a Deliveroo e outras. Essas regulamentações incluem garantias de salário mínimo e proteções trabalhistas.
5. Alemanha: A Alemanha também tem adotado medidas para regular as condições de trabalho dos entregadores de plataformas de entrega de comida. Regulamentações específicas foram introduzidas para garantir direitos trabalhistas básicos para esses trabalhadores.
6. Holanda: também têm implementado regulamentações para proteger os direitos dos trabalhadores de plataformas digitais, incluindo aqueles que trabalham para empresas de entrega de comida.
Não é possível que você veja uma pessoa sob qualquer intempérie climática, chuva, sol, frio, entregando comida de bicicleta, por exemplo, para uma empresa gigante, algumas vezes transnacional, sem remuneração digna e alguma proteção social, e ache que isto está ok!
Rapaz! A pré-estreia do #SemCensura é o assunto mais comentando no twitter. O programa Sem Censura, que nasceu em 1985 para celebrar a democracia e o fim da ditadura, volta ao ar diariamente na TV Brasil após ser cancelado no desgoverno bolsonaro.
RAPAZ, bateu o desespero no bandido! Bolsonaro disse que seria muito bem vindo uma anistia do executivo (Governo Lula) para os bandidos golpistas que tentaram derrubar justamente o governo Lula. É muita canalhice!
BOLSONARO PRESO
Rapaz, a cara do deputado bolsonarista com a aula do deputado Henrique Vieira: “Cabe ao campo democrático demonstrar que a extrema-direita instrumentaliza a fé, partidariza o púlpito, provoca separação entre irmãos e irmãs, familiares. (...) Ter desprezo pelo sofrimento humano numa pandemia não se compatibiliza com o valor do evangelho. Zombar do sofrimento das mulheres, do povo negro e achar que fuzil é mais importante do que partilhar o pão e combater a fome, isso não se compatibiliza com os valores do evangelho. Eu não consigo imaginar um messias guerreiro com arma na mão”.