Eternal memory 🫡🙏
Maksym Basystyi, warrior of 3rd Separate Assault Brigade was killed in action on July 5, 2023, during the battle for the city of Bakhmut💔
Forever 38 years old😔
Rest in peace, hero🫡🙏
Russians burn the forests and the fields in Europe because no one outside Ukraine has the courage and wisdom to stop them.
This is the Chornobyl exclusion zone, which until the russian barbarians came had become a wildlife refuge.
‼️Je ne comprendrai jamais pourquoi le sort des enfants 🇺🇦 volés n’a pas bénéficié d’une couverture médiatique plus importante⚡️
La Russie doit impérativement rendre tous ces enfants. 💔💔💔
Il ne peut y avoir de paix tant que ces enfants ne seront pas restitués ! Ne les oublions pas, ils doivent rentrer en Ukraine.
⚠️C’est un génocide et une question d’humanité fondamentale.💔😔 #BringChildrenBack
Over this past week, Russia used around 2,200 attack drones against Ukraine, more than 1,730 guided aerial bombs, and 106 missiles of various types, nearly half of them ballistic. Sumy, Zaporizhzhia, Kherson, Kharkiv, and Dnipro, as well as our border and frontline communities, are under fire almost every day. There was a massive strike on Kyiv that claimed the lives of 31 people and injured another 102, including four children. My condolences to their families and loved ones.
Every day, we must protect lives from these attacks. We already have the capabilities to effectively shoot down more than 90% of drones, but, unfortunately, not all ballistic missiles are intercepted. And it is ballistic missiles that Moscow is now leaning on to continue its war. And every day, we are working to strengthen air defense for Ukraine: through PURL and through our bilateral contacts with countries that have not joined PURL but do have the missiles we so urgently need. We are also strengthening our air defense through joint work with Europeans on anti-ballistic capabilities. We need answers from our partners to our requests for air defense. Every package of interceptor missiles provides real protection for lives. I thank all leaders who are finding ways to help in this particular area.
For many years now, my people have been showing the whole world what is happening in Ukraine, and what the russians are doing to our country, our people, and our cities. You often see lines like: "When will the world finally hear us?", "World, don’t close your eyes," or "Please, don’t stay silent." Last night, the russians struck Zaporizhzhia and Sumy again-as always, brutally and mercilessly, as if we Ukrainians are not human beings, but just a testing ground, a place where they can do whatever they want with impunity, because it’s "war," after all.
This morning, I see my people showing the world the horrific footage of another terrible night; as always, only the names of the cities change. And yes, the world sees everything, the world hears, the world is not silent. But what is the point of it all? What can an ordinary person from any European country really do on a global scale? We have already heard every kind of condolence, and every prayer in the world has been addressed to Ukrainians and Ukraine.
Half of 2026 is already behind us. Perhaps the world has just grown accustomed to someone else’s pain. Or maybe this war has dragged on so long that everyone is starting to feel hopeless and powerless... Honestly, I don't know anymore. But I do know one thing: silence is not an option. Yet, appealing to the world no longer makes sense-everyone already knows, sees, and hears everything. And the russians act as if this is their world, or as if they’ve simply taken the wheel and are dictating the rules of impunity... I don’t even know how to end this text.
🙄 Nobody believes this crap anymore. It’s all been a sham, especially after Anchorage. Trump and Putin are on the same side, against Ukraine and the free world, seeking personal advantages only, and that’s all they ever talk about.
OPINIÃO | Fernando Schüler ✍️ É bom observar, vez ou outra, o espanto de um estrangeiro com o que ocorre no Brasil e no STF
🔗 Assine o #Estadão em https://t.co/5nnGJ7ysd6 para acompanhar todas as colunas de Schüler.
Visitamos Filipe Martins, um dos condenados a penas exorbitantes no 8/1. Se a Lei da Dosimetria estivesse sendo aplicada como deveria, ele já teria sido beneficiado com progressão de regime e estaria em casa. Incompreensível que uma lei aprovada com ampla maioria pelas duas casas do Congresso, com veto presidencial derrubado, com parecer de constitucionalidade pelo PGR e sem qualquer decisão do STF contrária a ela, seja simplesmente mantida em um limbo. Outras centenas de pessoas encontram-se na mesma situação de Filipe Martins, sendo mantidas presas por mais tempo do que a lei permite.
A Lei da Dosimetria é de aplicação urgente, ela pelo menos diminui o sofrimento causado por condenações injustas.
🚨 Resumo do escândalo do dia:
A ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Sterman, indicada por Lula e que defende a retirada da patente militar de Jair Bolsonaro, agora também está no centro de questionamentos envolvendo pagamentos divulgados em reportagens sobre um ex-ministro do STJ e uma empresa de São Paulo.
O contrato de Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, era de R$ 129 milhões, com pagamento previsto ao longo de três anos. Acontece que os dados da Receita Federal revelaram que o escritório já recebeu, na prática, R$ 80,2 milhões apenas entre 2024 e 2025.
@Pri_usabr1@evandroratho É só no serviço público Brasil que já não e assim. Até empresas tem códigos de ética e normativas que impedem funcionários de receberem presentes de terceiros, geralmente de valores acima de $50. O que acontece no Brasil é corrupção descarada. A farra do whisky é só um exemplo.
@Pri_usabr1 Simples assim. Isso é algo óbvio. No mundo privado, esse tipo de coisa não pode acontecer. Se acontecer, a pessoa é enquadrada no respectivo código de ética.
Mas aqui no Brasil, como falou a Malu, nós já normalizamos uma série de crimes há muitos tempo. Corrupção então... 🤦♂️
Grande Fernando Schüler! Mais um baita artigo, para não variar. 👏👏
“É estarrecedor, mas também revelador”, escreveu o jornalista Glenn Greenwald, sobre o ministro “permanecer no STF, continuar julgando e prendendo pessoas”. Ele se referia às revelações dos diálogos da esposa do ministro diretamente no WhatsApp de Vorcaro, mandando o tal contrato de R$ 129 milhões. Glenn diz que não conhece escândalo judicial pior, mundo afora, na última década. E que “mesmo assim ele permanece impassível, com o mesmo imenso poder sobre o País”.
Glenn é americano. Diz o que pensa. Critica figuras de poder, não poupa esquerda ou direita, a partir de suas convicções. E por isso incomoda. Ele faz isso, entre muitas coisas, porque sabe que tem sua liberdade garantida por um País que há 235 anos consagrou seu Bill of Rights. E garante que as pessoas possam fazer exatamente isto: dizer o que pensam.
Greenwald diz que o ministro não deveria mais estar no STF. Pode-se concordar ou não com ele, mas a verdade é que há uma pergunta anterior a fazer. E muito mais simples: alguma coisa será investigada? Alguma iniciativa da PGR? Alguma ação no Congresso? De minha parte, penso que a resposta já foi dada. Por muitas razões, nos tornamos um estranho tipo de república feita de um núcleo de poder inimputável. Fora do sistema de controles republicanos, que converte em um estranho tipo de ofensa a mera ideia de que algo possa ser suspeito.
E não se trata apenas deste caso. O caso Master traz um componente ético crucial, mas o tema central do Brasil dos últimos anos é o desrespeito à regra do jogo. A longa cauda de flexibilizações legais praticada no País, nos anos recentes. Quem duvidar poderia procurar saber do destino de Eduardo Tagliaferro. O destino de um cidadão comum que deveria constranger o Brasil. O país que, diante de informações graves e incômodas, parece ter escolhido não apenas empurrar tudo para debaixo do tapete, mas converter o denunciante em réu. E logo o silêncio.
Cada um pode ter sobre isso a sua visão. Nós nos convertemos em um País em que você pode denunciar, a Malu Gaspar pode escrever 243 colunas, com fatos novos, aparecerem os contatos, os prints, os valores sem parâmetro de mercado, o que for. A única coisa que sabemos, no fim do dia, é que dificilmente alguma investigação chegará ao núcleo do poder. E que, se você for um “jornalista independente”, ou sem um bom pedigree, é melhor tomar cuidado. Desconfio que ninguém saiba disso melhor do que Vorcaro e suas equipes de defesa. E por isso procrastinam sua delação e fazem troça com o País há mais de três meses. Porque sabem de nosso incrível retrospecto e conseguem imaginar o que poderia resultar de uma delação “completa” sobre tudo que aconteceu.
O ponto central da frase indignada de Glenn é o estranhamento. O que ele está dizendo é o seguinte: vocês, brasileiros, foram se acostumando. Vocês são como aquele sapo na panela, que foi relaxando, enquanto a água ia esquentando, até serem devidamente cozinhados.
Isto aconteceu por muitas razões. A primeira delas foi o apoio de boa parte da sociedade, que por muitos anos aplaudiu nosso estado de exceção tropical, de fio a pavio, porque era importante “salvar a democracia”. Isto inclui boa parte de nossa “mídia profissional”, que só ligou o modo indignação depois do caso Master. E que hoje denuncia o absurdo brasileiro sobre o que, até há pouco, solenemente silenciava.
Outro ingrediente é o poder de fato. A proatividade ou a indiferença de um núcleo de poder que realmente parece acreditar que flutua acima dos constrangimentos da república. E fazem isso com razão. Porque, de fato, muita gente boa aceitou, no Brasil dos últimos anos, a premissa de que o que vale por aqui não é propriamente a lei ou a Constituição, mas o que um conjunto de autoridades diz que é a lei e a Constituição. De modo que não se pode praticar a censura prévia. Mas pode. Deve-se respeitar a instância devida. Ou não, a depender do contexto e da interpretação.
Agora mesmo está prestes a virar réu no Supremo um brasileiro que disse alguns impropérios a um ministro, em Coimbra, dois anos atrás. Um brasileiro comum, sem “foro”, mas está lá, processado no STF. Alguém preocupado com isso? O relator do processo é ao mesmo tempo vítima e juiz. Alguém preocupado?
Ninguém, sejamos sinceros. O medo cumpre uma função, aí, e é um sentimento legítimo. Se um jornalista foi banido, por que não aconteceria com muitos outros? Se Cleber Cabral, da Unafisco, terminou na Polícia Federal, após uma crítica, por que não aconteceria com outros dirigentes associativos? Se um deputado é processado por um discurso na Câmara, como os demais deveriam se comportar? É por estas razões que fomos deslizando. Aceitamos que se criasse uma lógica de exceção no País, que agora anda por conta própria.
Nunca me esqueço das lições de Bertrand de Jouvenel: o poder é como um organismo. Uma vez posto em movimento, não recua. E daí a obsessão moderna com os limites, com os pesos e contrapesos. Com tudo isso que assistimos ir perdendo força, no transe brasileiro recente.
De modo que é bom, vez ou outra, observar o espanto de um estrangeiro. Ele pode conhecer um pouco sobre o Brasil, mas nos enxerga à distância. Quem sabe como a justiça italiana e espanhola nos enxergaram, por estes tempos, negando extradições por razões que nos deveriam fazer pensar. O olhar do estrangeiro tem esta vantagem. Suas palavras, sabe-se lá, nos dão uma pista sobre coisas com as quais não deveríamos, definitivamente, ter nos habituados em nossa vida republicana.”