Cortes no Farmácia Popular. Minha Casa, Minha Vida. Mais Médicos. Combate ao câncer. Cisternas. Merenda escolar. Prevenção de desastres.
Quando um Bolsonaro fala em "tesouraço”, o Brasil sabe exatamente quem paga a conta.
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
Cada dia que passa nessa obra magnificamente distópica que é o Brasil mais me surpreendo com quem defende tocar lanterna para alienígena pra que “venham nos salvar”.
Grande novidade é: APENAS nós podemos fazer qualquer mudança, mas a maior parte de vocês não está pronta pra isso
🚨 URGENTE: Consulta pública sobre a proibição das BETS é publicada e CHOCA A HUMANIDADE com o "não apoio" estar ganhando com AMPLA vantagem.
Vote “SIM” para mostrar ao governo e ao Congresso apoio à medida!
Eu sou a favor do aborto.
E agradeço ao deputado Guto Zacarias por ilustrar perfeitamente qual é o problema: enquanto crianças são coagidas a manter gestações de altíssimo risco por moralistas de goela pra ganhar like, esses mesmos moralistas têm acesso fácil e seguro.
Precisou o Lula teimar e se eleito em 2002 para o nordeste entrar no orçamento do Estado e começar a se desenvolver porque toda vez que a direita governou o Brasil deixou o rastro de miséria e fome na região .
Já falei uma vez sobre o tamanho do Itamaraty no mundo e porque o Brasil é uma superpotência diplomática acima até da China e dos EUA.
Agora entenda porque não é bom para um país como Israel ter se distanciado do Brasil e atacado a diplomacia brasileira como nunca se viu na nossa história.
Um país que se distancia do Brasil e do Itamaraty tende a perder alguns instrumentos diplomáticos importantes, principalmente em três dimensões. Política, Econômica e de Mediação Internacional.
Primeiro, perda de um canal de diálogo com vários blocos ao mesmo tempo. A diplomacia brasileira historicamente construiu relações simultâneas com potências ocidentais, países emergentes, África, Oriente Médio e América Latina. Isso faz do Brasil um ator capaz de conversar com lados que muitas vezes não dialogam entre si.
Segundo, perda de um mediador em crises regionais. O Brasil já atuou diversas vezes como mediador ou facilitador de negociações ajudando a estabilizar crises políticas e institucionais. Quando um país rompe ou esfria relações com Brasília, ele também perde um possível canal de mediação neutra.
Terceiro, impacto econômico e comercial. O Brasil é uma das maiores economias agrícolas e energéticas do mundo e possui grande rede diplomática. Distanciar-se do Brasil pode dificultar acordos comerciais, cooperação tecnológica, investimentos e acesso a mercados ligados ao país.
Quarto, isolamento em fóruns multilaterais. O Brasil tem tradição forte em negociações internacionais, inclusive na formulação de normas e debates do direito internacional e em organismos globais. Estar em conflito diplomático com Brasília pode significar perder um aliado ou interlocutor nessas arenas, principalmente pelo Itamaraty ser protagonista na formulação do Mundo Múltipolar.
O prejuízo não é apenas bilateral. Um país que se afasta do Brasil perde um intermediário global, uma porta de entrada para a América do Sul e um ator com capacidade de dialogar com diferentes blocos geopolíticos.
Só para você ter ideia da nossa capacidade de diálogo já conhecida há décadas.
O Brasil falou em nome da China várias vezes em fóruns internacionais, isso ajudou muito os chineses a serem reconhecidos como economia de mercado principalmente, abriu portas pra eles que eles não conseguiriam abrir sozinhos.
Esse é um dos motivos da solidez nas relações Brasil e China, nós fizemos por eles e eles fazem por nós hoje.
Quem viu os ataques dos EUA em 2025 contra nossa economia e a China ajudando vai entender.
Imagina ser o cara mais legal da festa que todo mundo conversa porque não tem lado em nenhuma briga e vc resolve brigar com esse cara.
Fica isolado no canto xingando igual Israel fez.
Minhas projeções para 2026 são terríveis no cenário internacional.
Principalmente para a América latina se o Trump continuar avançando do jeito que está
Então...
Pessoal, to pensando em fazer uma ~caminhada~ até o Japão por uma causa perdida mas que vai agradar meu eleitorado ignorante.
Mandem PIX pra pagar os custos (avião e hotel 5☆) pra mim e para meus amigos tão atoas e canalhas qto eu.