Amós 5:12-13
Porque sei que são muitas as suas transgressões e que são graves os pecados que vocês cometem. Vocês afligem os justos, aceitam suborno e rejeitam as causas dos necessitados no tribunal. Por isso, numa época de tanta corrupção, quem é prudente prefere ficar calado.”
Nossa esperança em 2015: "O debate teológico só vai avançar no futuro. Estamos vivendo um avivamento teológico no mundo evangélico".
O "debate evangélico" em 2026: "Mulher não deveria votar, apenas o pai de família".
@Ze_Bruno Meu Deus do céu! O que esta acontecendo com essa gente? O que eles estão lendo? Em nome de qual deus eles falam? E a congregação? Comp ficam quietas diante desse absurdo?
Michelle and I were deeply saddened to hear about the passing of a true giant, the Reverend Jesse Jackson. We will always be grateful for Jesse's lifetime of service, and the friendship our families share. We stood on his shoulders. We send our deepest condolences to the Jackson family and everyone in Chicago and beyond who knew and loved him.
@vvvorvvtorvitor Os frutos dessa identificação tem dimensão social, ética e moral. Outra coisa, falar de uma fé evangelica tão diversas no Brasil, reduzindo-a a alguns eventos isolados é pobre e desonesto.
@vvvorvvtorvitor A fé cristã não é conversão sociológica. Pode e deve ter mudança no campo social, ético e moral, mas a fé cristã não se resume a essa experiência. Ela é, emnprimeiro momento, uma experiência pessoal e existência com a pessoa e obra de Jesus. Uma busca por identificar-se com Ele.
TERCEIRO DOMINGO DA EPIFANIA
Isaías 9:1-4
Salmo 27:1,4-9
1 Coríntios 1:10-18
Mateus 4:12-23
A teu respeito diz o meu coração:
Busque a minha face!
A tua face, Senhor, buscarei.
DOMINGO DO BATISMO DO SENHOR
Isaías 42:1-9
Salmo 29
Atos 10:34-43
Mateus 3:13-17
A voz do Senhor ressoa sobre as águas;
o Deus da glória troveja,
o Senhor troveja sobre as muitas águas.
Arte: Ivanka Demchuk (ucraniana, 1990–), Batismo de Cristo, 2015.
A EPIFANIA DO SENHOR
Isaías 60:1-6
Salmo 72:1-7, 10-14
Efésios 3:1-12
Mateus 2:1-12
A Epifania começa em 6 de janeiro e é marcada por diversos eventos e temas da vida de Jesus: a visita dos Magos, o batismo de Jesus e as bodas de Caná.
SEGUNDO DOMINGO DO NATAL
Jeremias 31:7-14;
Salmo 147:12-20;
Efésios 1:3-14;
João 1:(1-9), 10-18
Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram.
Estou lendo o livro Somos Todos Teólogos, de R. C. Sproul, e me deparei com um ponto muito interessante sobre a figura do diabo.
Sproul lembra que a imagem popular do inimigo, um ser vermelho, com chifres, rabo e tridente, não vem da Escritura, mas de uma construção medieval.
Segundo ele: “A Bíblia não descreve Satanás como uma criatura grotesca com chifres e cauda. Essa caricatura surgiu na Idade Média, quando os cristãos buscavam ridicularizar o inimigo da fé, transformando-o em objeto de zombaria.”
Historicamente, esse retrato foi moldado por duas influências principais:
1. O imaginário pagão, que associava seres malignos a figuras como sátiros e faunos, geralmente com chifres e aspecto animalesco.
2. A pedagogia popular medieval, em sermões e peças de teatro religioso, que buscava enfraquecer o medo dos fiéis mostrando o diabo como um palhaço grotesco.
Sproul insiste, porém, que a Bíblia apresenta Satanás de forma muito diferente. Ele escreve: “A Escritura adverte que o diabo se disfarça como anjo de luz (2Co 11:14), e não como um monstro vermelho. Justamente por isso, o perigo é maior: ele seduz pela aparência de bondade.”
A teologia reformada nos ensina que zombar de Satanás pode até expor sua derrota em Cristo, mas não pode nos distrair do fato de que ele é um inimigo real, astuto e poderoso, ainda que já condenado (Ap 12:9-10). A caricatura medieval pode servir como sátira, mas a verdadeira vitória está em Cristo, que o desarmou na cruz (Cl 2:15).