🚨AGORA | Pré-campanha de Flavio lança vídeo e jingle que falam de fé e defesa da família.
O vídeo com o jingle "Vem com Fé", em ritmo sertanejo, mostra imagens de Flávio em eventos.
Há cenas com o pai, Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle e os irmãos Eduardo, Carlos e Jair Renan, além de cenas de pessoas comuns trabalhando e orando.
Quem é Alexandre de Moraes?
O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar.
1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos.
Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava.
O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia.
Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005.
Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro.
Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo.
Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando.
Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados.
Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção.
O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção.
O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014.
Continua...
Gratidão pelo maravilhoso trabalho @horalivre22 🙏🏻
Deus abençoe 🙏🏻
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Acho que é só mais uma coincidência na sopa de letrinhas da democracia brasileira. Viva a soberania nacional…. Que várzea de quinta categoria. Aí surge um pessoal achando que teremos eleições se alçarem Lula novamente ao poder ou estão se lixando pra o povo mesmo, se algo der diferente do que tramam, pegam suas malas e nunca mais olham para o povo que ficará para trás!
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