Ventura perdeu por culpa do “sistema”. O sistema responde pelo nome de 60% dos portugueses. Quando a realidade não obedece, acusa-se. Quando o povo vota, deslegitima-se. Liderança assim não perde eleições: perde contacto com o real.
Ventura apresentou-se como lider da direita. Saiu como manual de instruções para votar à esquerda. Liderar assim é uma arte rara: perde-se a eleição e ganha-se o voto útil… do adversário.
Num país onde as empresas já gerem mais burocracia do que crescimento, a nova lei acrescenta ruído sem desbloquear o que importa: liberdade real para contratar, adaptar e inovar. A economia do século XXI não avança com remendos do século XX. 3/3
Reforma laboral: flexibilidade de plástico para uma economia que precisa de aço.
Entre o banco de horas individual e o outsourcing pós-despedimento, o Executivo promete modernização, mas entrega uma manta de retalhos que não flexibiliza nem simplifica e não cria emprego. 1/3
O essencial fica intocado: despedimentos continuam caros, a litigância mantém-se imprevisível e a carga fiscal sobre o trabalho sufoca qualquer ambição produtiva. É liberalismo de catálogo: frases certas, incentivos errados. 2/3
Se o Chega é “intransponível”, também devia sê-lo quando define quem pode ser português.
Rever a lei é legítimo. Retroceder não.
A Convenção Nacional foi clara: liberalismo é exigência, não adiamento. 2/2
A IL recusou partilhar um executivo com o Chega em Sintra — por coerência liberal.
Mas no Parlamento, votou ao lado do Chega para alargar o prazo da nacionalidade para 10 anos.
Não se pode recusar o populismo à mesa e servi-lo no plenário. 1/2
@ruirochaliberal Compreendo o esforço de consenso, mas a IL já se pronunciou sobre isto na Convenção.
A moção sobre este tema foi aprovada e rejeita o alargamento para 10 anos.
Rever a lei é legítimo. Retroceder, não.
A orientação liberal que defendemos é clara: critérios, sim. Medo, não.
🚨 Novo artigo no Observador:
“CGD: o banco que empresta pouco e cobra muito ao contribuinte”
Os dividendos são migalhas. As recapitalizações foram banquetes.
Está na hora de desmistificar o mito da “vaca sagrada” pública.
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@trainmaniac@lmgbarros@drzodiacus_v2 Funiculares como o da Glória, não há redundância mecânica: o sistema depende apenas do cabo de tração e dos travões na estação de topo. Travar nas rodas não é viável, falta aderência e há risco de descarrilar. Sem cremalheira ou travão de garra, a falha do cabo significa queda.
@trainmaniac@lmgbarros@drzodiacus_v2 Infelizmente parece que vai ser difícil perceber que ações o guarda freio executou. Talvez se consiga reconstruir através de testemunhas. https://t.co/LkLEgYqZGn
@trainmaniac@lmgbarros@drzodiacus_v2 Certo, mas a diferença está aí: com a cremalheira havia redundância automática; hoje a segurança depende da reação humana dos guarda-freios. Não é o mesmo nível de proteção em caso de falha súbita do cabo.
🚋 Diz-se que quando a manutenção era pública nunca havia acidentes. Se fosse assim, não havia hoje aviação civil: os aviões nasceram privados, melhoraram com inovação e regulação — e são o transporte mais seguro do mundo.