@Bellinhatuita Aonde eu trabalho, eu queria 30 dias direto, mas meu chefe pediu pra eu tirar parcelado. Acabei tirando 20 e depois 10. Ele mesmo tira 10- 10-10, assim não fica o mês sem grana.
A médica e pesquisadora Dra. Isabel Braga teve seus perfis removidos das redes sociais após decisão da Justiça Federal em uma ação movida pela Fiocruz com atuação da Advocacia-Geral da União.
A decisão determinou não apenas o cancelamento das contas, mas também proibiu futuras contas e novos conteúdos utilizando símbolos da instituição, além de impor multa de R$ 10 mil por publicação considerada em desacordo com a ordem judicial.
O caso ultrapassa a discussão sobre “desinformação”, o sistema usa essa expressão simplista para justificar o silenciamento de uma profissional que fazia denúncias internas, levantava questionamentos públicos e expunha temas extremamente sensíveis envolvendo saúde pública, pesquisas científicas, contratos, protocolos médicos e gestão institucional.
Em vez de o Estado abrir investigações sérias, transparentes e independentes sobre cada denúncia apresentada, o caminho escolhido foi a censura. Esse é o verdadeiro escândalo.
Após a decisão judicial, Dra. Isabel ironiza o próprio conceito de “fake news” enquanto cita episódios reais, documentos públicos, contratos, reportagens, decisões judiciais, protocolos oficiais e fatos amplamente debatidos na esfera pública.
Entre os temas mencionados estão: reações adversas graves relacionadas à vacina AstraZeneca; denúncias sobre pesquisas laboratoriais; contratos emergenciais durante a pandemia; questionamentos sobre biossegurança; denúncias envolvendo animais em pesquisas; políticas públicas ligadas à sexualidade infantil; além de suspeitas relacionadas a recursos públicos e fundações associadas.
Tudo isso exigiria, em qualquer democracia minimamente viva, auditoria, perícia, investigação independente, transparência e prestação de contas.
Mas no Brasil existe outro modelo - o denunciante vira o criminoso. Quem ousa questionar determinadas narrativas passa a ser tratado como uma ameaça institucional.
O mais bizarro é que Isabel Braga não era uma desconhecida da internet; é uma médica vinculada à própria Fiocruz.
O que vemos no Brasil é um padrão perigosíssimo consolidado - combate-se uma denúncia eliminando quem denuncia, algo digno dos piores regimes da humanidade.
Áudio em Itaituba (PA) mostra líder comunitária dizendo que só quem votar no PT vai ganhar casa do MCMV.
Ainda falam em R$ 5 mil para entrar na lista.
Investigação aberta.
Programa social não pode virar ferramenta de chantagem eleitoral.
A Globo bate, grita, aponta o dedo… até a internet lembrar que Frederic Kachar, diretor da própria emissora, já apareceu agradecendo patrocínio do Banco Master e falando em amizade com lideranças do banco.
E a informação de que o banco teria colocado R$ 160 milhões em ações de patrocínio envolvendo programa do Luciano Huck?
Aí o assunto fica tímido, né? 😂
A imprensa brasileira em silêncio, agora você entende o porquê que Biden Brasileiro quer aumentar o decreto de regulação da internet, para que isso não possa ser divulgado