VITÓRIA DA EDUCAÇÃO! O TJMG manteve a suspensão das escolas cívico-militares em Minas Gerais 🔺
Por dois votos a um, desembargadores da 19ª Câmara Cível validaram uma ordem do TCE que proibiu o governo Zema-Simões de dar continuidade ao modelo nas nove escolas que já o adotavam e também de implantá-lo em novas unidades.
Caso o senhor desconheça, o silêncio da Presidenta Dilma, que o senhor traiu, encontra explicação em palavras como PUDOR, DIGNIDADE, ALTIVEZ, VERGONHA NA CARA…
Coisas que no mandato, usurpado pelo senhor e entregue a um amigo seu, deputado milico, nunca existiram.
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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🚨INÉDITO! O SUS fazendo história!
Foi realizada hoje a primeira telecirurgia robótica para o tratamento de câncer a longa distância. Profissionais de Barretos (SP) e Porto Velho (RO) conectados para operar um paciente da região norte.
A mais de 2,5 mil km, médicos controlaram os instrumentos cirúrgicos em tempo real!
Fábio Porchat vai se tornar o cara mais odiado pelos empreendedores (motoristas de app), empresários (motoristas da Uber) e bilionários (motoristas da Uber bolsonaristas) do Brasil. Pena que eles não tem 13, direitos trabalhistas e férias.
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