@CeoDandara Vi uma matéria referindo-se a não "ser mais uma sentença de morte", esse não é o ponto, e não pode ser relativizado por isso. O poder público tem dever de manutenção em sigilo. O que falt aé compliance público.
@CeoDandara condições de cumprimento integral do mandato, e isto foi estabelecido por uma Emenda Constitucional votada pelos próprios legisladores políticos, apenas para esclarecimento.
@CeoDandara Só é relativizada esta questão da doença, como bem ensina o Prof. Manoel Jorge e Silva Neto, constitucionalista e professo da UNB, no caso dos políticos e pessoas que atuam em cargos públicos. Por que nos é dado o direito de saber, se aquele político terá
@CeoDandara Eu e a Profa. Zulen Bastos temos um artigo sobre dados sensíveis, publicados na epoca da pandemia, que, disponibilizaremos nos nossos Linkedins, em breve.
@CeoDandara E, nao depende, em nenhuma hipótese, do fato da doença ter ou não tratamento, ser ou não fatal. Somente a pessoa decide se comunica publicamente qualuqer enfermidade que tenha. O fato é gravíssimo e precisa ser bem discutido.
@CeoDandara O ocorrido viola direitos constitucionalmente garantidos aos cidadõs, que é o direito a privacidade. Dados de saúde são considerados dados sensíveis, e, mesmo o poder público, tem total obrigaação de preservá-los em sigilo absoluto. Não podem relativizar este direito.
Mais um artigo publicado, desta vez na RBDA - Revista da Faculdade de Direito da FDUFBA. Sobre o
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Giovanna Martins SampaioUniversidade Federal de Sergipe https://t.co/YGstCxl1X3
Jaqueline San galo Curvelo FaresUniversidade Federal da Bahia
Rodrigo Nassif volta aos palcos de Porto Alegre com o show Estrada Nova no Café Fon Fon nos dias 10 e 11 de setembro.
Músico e compositor premiado apresenta-se em nova fase e promete mostrar o melhor do jazz contemporâneo já exibido nos EUA e em diverso… https://t.co/pgDNlXfool
@josoarestrue @neymarjr E nós tínhamos um amigo de infância que dizia a seguinte pérola: " Cada qual , tem seu cada qual", profundo tb. Já Manuka, poeta e um compositor incrível de Juazeiro, escrevia nas camisetas que vendia na praça: "Diz que me ama, porra".