Alô, TSE, autointitulado "tribunal da democracia": o presidente da República pode pedir voto descaradamente em evento público para Boulos, pré-candidato a prefeitura de São Paulo?
Ainda: isso não é abuso de poder político, de poder econômico e dos meios de comunicação?
Ter um presidente da República em exercício pedindo voto ilegalmente, fora do período eleitoral, para um pré-candidato em evento público não desequilibra a disputa eleitoral?
E mais ainda: quem pagou por esse evento?
As despesas dessa estrutura não devem ser computadas na pré-campanha de Boulos, para fins de limite de gastos, EXATAMENTE como o PT está fazendo com Sergio Moro para cassá-lo?
E aí, TSE, "tribunal da democracia"? Como é que fica?
Vamos cassar Guilherme Boulos, caso ele seja eleito?