@eguamandy Quando ia a pé pra academia passava todo dia ao lado de uma escola municipal, o cheiro da comida era tão bom que um dia eu perguntei pra moça que ficava no portão quem era a cozinheira pq queria elogiar a comida dela, que deveria ser maravilhosa! Eu quase pedi uma marmitinha kkkk
@milicrente Quando fui roubada na Itália tava chorando mt (roubaram minha mala com todas minhas roupas) aí o policial que fez o BO virou pra mim e disse: vc mora no 2 país com + alto índice de estupro, comemore pq o max que vai acontecer com vc na Itália é esse furto.
Chorei mais ainda
@brendasafra Meu bisavô que nasceu em 1920 falava sempre pra família fazer isso!! Cresci ouvindo do meu avô e do meu pai pra sempre gritar FOGO caso algo grave esteja acontecendo comigo na rua! Uma vez fui assaltada a noite e usei essa tática, todo mundo saiu de casa e eu ainda achei o cara
Não consigo responder o Tweet, mas tem referências bibliográficas científicas no Tweet se você quiser ler. Estamos falando de uma das coisas mais discutidas na antropologia médica na América Latina. Não consegue lembrar do impacto disso na pandemia, por exemplo?
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
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@g4tinhopodre Gente parem de usar desodorante ruim e comecem a passar leite de magnésia com algodão na axila! Passa umas 2 vezes em cada, deixa secar e aí aplica qualquer desodorante meia boca que é problema resolvido! Juro, é mil vezes mais potente que Perspirex e derivados
@muito_queridar Na teoria não, mas eu por exemplo tive zero orientação do meu professor, a sorte é que fui atrás de amigos já formados que fizeram um tcc com tema similar e consegui bastante bibliografia, mas precisa ter sempre um orientador