المقطع الاكثر حذفًا في تويتر من امبارح
المقطع ده الفيفا بتطارده بحقوق النشر من امبارح وكل اللي بينشره بيتقفله حسابه او المقطع ينحذف
ده باختصار ملخص الاخطاء التحكيمية امبارح وملخص المدعرة اللي عملها الحكم القذر ضد مصر
اتفرجوا بعينكم … ظلم بيّن وسرقة
@daquitescrevo@marcosaljr O cara pode fazer de tudo, mas desde que entregue o que se espera. Na competitividade atual, infelizmente, sobra pouco espaço, mas nada contra cada um curtir
O candidato do Rachadinha ao senado pelo RJ era Claudio Castro, que foi condenado e está inelegível.
Aí ele passou a apoiar o Márcio Canella, que foi preso por lavar dinheiro em postos de combustíveis.
Mas segundo o pessoal que bebe detergente, ele é o candidato anticorrupção.
A depravação de J.D. Vance, a falência moral do imperialismo e a vitória épica da China
“Vance está bravo porque a China ascendeu”, escreve Miguel do Rosário https://t.co/mWOEggh1XY
#Resistencia2923Dias
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@liberta___depre@EmeryKabongoM Só acéfalos e sem noção pra questionar de onde o cara tira dinheiro para ir aos jogos. Aposto que nunca perguntou para os políticos de sua cidade porque ganham tanto.
Os EUA sempre foram isso e com ascensão de Donald, apenas mostram a face verdadeira. No Brasil também tivemos um presidente recentemente que abriu a tampa do esgoto e saiu gente da pior espécie.
Tras los JJOO de 1936 en la Alemania nazi, Jesse Owens, atleta negro que ganó cuatro oros, fue preguntado por su experiencia en Alemania.
Resulta que pudo alojarse en la Villa Olímpica y comer con el resto de atletas, en EEUU no.
Roosevelt se negó a recibirlo en la Casa Blanca y en un homenaje en NY en un lujoso hotel le prohibieron usar la puerta principal...
A partir de mañana vamos a ser testigos del arraigado y vigente racismo de un país que no ha mejorado mucho que digamos.
Mañana empieza el Mundial más racista de la historia.
🇸🇴 Nunca vi algo así. En Somalia hoy se llenó un estadio para recibir como héroe nacional a Omar Artan, el árbitro al que Estados Unidos le negó la entrada al Mundial. Increíble.
A resposta da FIFA aos repetidos abusos cometidos pelos EUA antes mesmo da Copa do Mundo começar é o mais ensurdecedor silêncio. E ninguém pode ficar surpreso.
Se ainda existia alguma dúvida de que a entidade que controla o futebol deixaria o governo Trump fazer o que quisesse com o Mundial, ela foi embora com a declaração de que "não se envolve em assuntos de imigração" após os EUA recusarem a entrada de Omar Abdulkadir Artan, árbitro somali selecionado para a Copa, no país.
Bem diferente do que foi a FIFA em outras eras.
Em 2014, virou até piada o "padrão FIFA" aqui no Brasil. Para sediar uma Copa, era preciso entregar às chaves do país ao órgão superior do futebol. Qualquer desacordo era motivo para comentários depreciativos dos chefões da FIFA ou ameaças de mudança de sede.
Mudança de sede, aliás, aconteceu para a Copa do Mundo de 1986, quando a Colômbia desistiu de receber a competição ao entender que não conseguiria atender as exigências da FIFA.
Mas os tempos são outros. A FIFA passou a priorizar nações ricas e com alto potencial consumidor, mesmo que com governos antidemocráticos. A sequência de mundiais no Catar em 2022 e na América do Norte em 2026 representa escolhas muito duvidosas que podem ser explicadas apenas pelo dinheiro.
A FIFA ignorou todas as preocupações sobre as condições dos trabalhadores de construção civil e infraestrutura antes da Copa do Catar, mesmo com denúncias de trabalho análogo à escravidão. Na semana da partida inaugural, anúnciou de repente que proibiria a venda de álcool nos estádios, agradando à monarquia catari, mas causando rusgas, inclusive, com um importante patrocinador.
Agora, porém, a corda foi rompida de vez. Gianni Infantino, presidente da FIFA, construiu uma relação muito próxima com Donald Trump, inclusive criando para ele um "prêmio da paz". Mas a FIFA ainda mantinha que era impensável que atletas ou membros de delegações não entrassem nos EUA para a Copa do Mundo, e afirmou ainda em 2025 que "é esperado da sede facilitar o processo de emissão de vistos, entrada e hospedagem".
Palavras ao vento. Os EUA se recusaram a hospedar a seleção do Irã, deram tratamentos considerados inaceitáveis às seleções de Senegal e Uzbequistão e, na escalada mais brutal de sua hostilidade, recusam um árbitro premiado, escolhido pela FIFA como um dos aptos para apitar em sua principal competição. Não houve nenhuma palavra crítica por parte de Infantino ou da FIFA, muito menos ação mais dura.
Ao contradizer suas próprias afirmações recentes, a FIFA e Infantino abrem o tapete vermelho para Trump. Quais serão os próximos abusos cometidos?