Texto preciso do amigo @preah__ . Diz muito sobre o Botafogo, mas também sobre o que a imprensa esportiva se transformou. E não falo apenas dos novos jornalistas-influenciadores, mas de muita gente com décadas de carreira
me recordo muito de uma série de livros que ganhei aos 13 anos, era um pré-RPG que colocava o adolescente como responsável pelo CURSO DA HISTÓRIA: se respondesse A, ia para a página X; se B, página Y. tinha uma interatividade das perguntas sobre a história. (+)
As denúncias contra Flávio Bolsonaro abrem espaço para nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Michelle Bolsonaro, mas a insistência em um projeto familiar pode dificultar as eleições para a direita, explica o cientista político Jorge Chaloub.
Leia na íntegra: https://t.co/8izS7uam8H
Coluna (por Jorge Chaloub)
Frente ampla com quem? O recado após a derrota de Messias
Para aqueles que ainda apostam em saídas baseadas na moderação e em frentes amplas, a questão se impõe de forma mais dura: há, de fato, interlocutores disponíveis desse outro lado?
https://t.co/PML1XneD7N
A naturalidade com que a imprensa brasileira transcreve, sem tom crítico ou maior constrangimento, a ameaça de Trump de "matar uma civilização em uma noite" demonstra, de forma didática, como fenômenos históricos como o nazismo são não apenas possíveis, mas facilmente tolerados.
"Há, por fim, um desdobramento menos evidente — mas talvez ainda mais preocupante — do atual escândalo: a construção de um sentimento difuso de colapso social e de terra arrasada. Este foi, anos atrás, um dos efeitos mais profundos da Lava Jato"
@dannielduque Opa, Daniel, obrigado pelo comentário! Meu ponto não é com você ou seu trabalho, mas com um tipo de discurso muito frequente no campo, que me parece estruturante nas intervenções públicas contemporâneas de economistas no Brasil.
É muito engraçado como a maior parte dos economistas, ignorando qualquer debate nos últimos séculos, afirma com tranquilidade que suas pesquisas e formulações são despidas de juízos morais. O último foi o Daniel Duque, da FGV, na Folha e no blog da Ibre.
Tal presunção permite à Economia reivindicar o lugar de Ciência universal, que habilitaria os economistas a falar sobre qualquer área, da epidemiologia à Sociologia.
"O estímulo para tantos nomes não vem somente do cenário de incerteza, mas da crença de que a direita radicalizada é o lugar das oportunidades, no presente e no futuro. Todos almejam ser o novo Bolsonaro."
https://t.co/H27wdLocBP.
Hoje, na sexta-feira, (28/11), @jchaloub2 escreveu suas impressões sobre o filme "Agente Secreto", destaque do ano no cinema nacional.
Leia "Sobre pirraças e pernas cabeludas: impressões de Agente Secreto"
https://t.co/1KyI7OEcya