I've been a trader since 1986. My weekly newsletter is called the wolf of wall street and its goal is to keep the busy professional informed of what's happening in the markets and have a laugh together on the way.
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Capital markets are funding the AI buildout at historic scale: ~$400B over 6 months. Bitcoin ETFs have seen ~$4B of outflows since May 14, pressuring $BTC. This is a capital rotation, not a Bitcoin impairment. Volatility creates opportunity.
Stablecoins proved to be a much better means of payment than BTC.
One of the primary use cases for BTC went down in flames.
That might explain why it has fallen 50% over the last year.
Andy, my question is more general - it is a big change for the Fed to stop signalling likely policy. That seems to me to be a fundamental change in the way MP is implemented.
More uncertainty is a consequence, but so is more Fed flexibility.
I am interested in your thoughts on the big picture, not just the upcoming meeting.
Thank you
The Iranian Motive to kick the can down the road forever:
It seems that Iran has zero interest in ending the conflict. They are provoking the United States into escalation. Why else would they be attacking Kuwait and Bahrain?
Why do they want to extend the conflict?
If the US doesn't escalate, they are humiliating the Great Satan, making Iran the most important player in the Middle East. That means the regime is difficult to overthrow.
If the US does escalate, that will make fighting the enemy Iran's priority. It is hard to overthrow a wartime government.
In both cases, the regime solidifies its power.
Any comments?
I believe we now have evidence of FIFA's World Cup ticketing shell game: FIFA is colluding with third-party resale platforms for its own supply management.
Look at this SeatGeek map (secondary market!) for Saudi Arabia vs Cape Verde. The circled areas are not random single resale tickets, but large, contiguous blocks of seats: entire rows and swaths in sections 101/102, 112/113, 119/120, 134–137, 139, ...
The blue circles appeared weeks ago, then the purple blocks suddenly showed up a day or two ago, and the red blocks seem to have appeared recently too.
That's not what ordinary fan or even commercial scalper resale looks like who resell pairs, fours, and scattered seats. Instead, this looks like inventory being dumped in bulk onto secondary markets, at prices below FIFA's official site.
Why doesn't FIFA just lower prices on its own site Probably because official price cuts could trigger refund demands, chargebacks, or consumer-protection headaches from fans who already bought at much higher prices.
Instead FIFA keeps official prices high, avoids openly admitting the market-clearing price is lower, and moves unsold inventory through third-party resale platforms instead.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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