@BolsonaroSP@RomeuZema (3 de 3) Já o caso do Flávio é mais sério, pois ele mesmo pediu dinheiro DIRETAMENTE ao BANQUEIRO. O dinheiro não foi pedido à empresa que fez a doação, mas DIRETA ao VORCARO, e o pior, UM DIA ANTES DA PRISÃO do MELIANTE. Baixe a tua bola, pois tu apoia o André do Prado pelo $$$.
@BolsonaroSP@RomeuZema (2 de 3) o q aconteceu, vc lembra? A JBS doou esse dinheiro para o partido, entrou no fundo eleitoral, o PP repassou o dinheiro para o teu pai, e ele utilizou na campanha. Qual foi a ilegalidade? Político não tem controle do dinheiro que entra no partido.
@NewsLiberdade Eu fico pensando qual será o fim desses que se acham imortais. A história nos mostra que o fim deles nunca é bom. A verdadeira Justiça será feita. No tempo certo, Deus vira como o Justo Juiz, dEle ninguém escapa, pode ser até mesmo um iluministro do STF.
@fabiowoficial Eu fico pensando qual será o fim desses que se acham imortais. A história nos mostra que o fim deles nunca é bom. A verdadeira Justiça será feita. No tempo certo, Deus vira como o Justo Juiz, dEle ninguém escapa, pode ser até mesmo um iluministro do STF.
@SenadoFederal Eu fico pensando qual será o fim desses que se acham imortais. A história nos mostra que o fim deles nunca é bom. A verdadeira Justiça será feita. No tempo certo, Deus vira como o Justo Juiz, dEle ninguém escapa, pode ser até mesmo um iluministro do STF.
@CNNBrasil@PedroVenceslau3 Eu fico pensando qual será o fim desses que se acham imortais. A história nos mostra que o fim deles nunca é bom. A verdadeira Justiça será feita. No tempo certo, Deus vira como o Justo Juiz, dEle ninguém escapa, pode ser até mesmo um iluministro do STF.
@gilmarmendes Eu fico pensando qual será o fim desses que se acham imortais. A história nos mostra que o fim deles nunca é bom. A verdadeira Justiça será feita. No tempo certo, Deus vira como o Justo Juiz, dEle ninguém escapa, pode ser até mesmo um iluministro do STF.
Os xingamentos da esquerda ao Ministro FUX serão considerados crime contra o Estado Democrático de Direito? Ou, no caso deles, é liberdade de expressão?
Notem.
A polícia italiana concluiu que Roberto Mantovani não deu um tapa no filho de Alexandre de Moraes. Nenhuma nota na Globo.
O delegado do caso foi trocado depois de Moraes se mostrar publicamente irritado com o relatório que não indiciava a família Mantovani. Nenhuma nota na Globo.
O novo delegado, em mais uma atitude atípica, muda a conclusão do relatório original, indicia a família como Moraes desejava e ganha um cargo na Europa com tudo pago. Nenhuma nota na Globo.
A perícia da defesa enfim consegue ver o vídeo e nota que as imagens não apenas são cristalinas (diferente dos frames borrados divulgados pela PF), como mostram o filho de Moraes como agente provocador da discussão e como agressor de Roberto Mantovani. Isso você também não verá na Globo.
Pelo amor de Deus! Nem a PF lendo as conversas entre Roberto Mantovani e seu advogado — e as anexando no relatório do caso — mereceu virar notícia na Globo.
O que apareceu na Globo? Um desenho literalmente feito com base num quadrinho do Batman. Sim, quando você acha que o fundo do poço do jornalismo da Globo chegou, sempre descobrimos que ainda há um alçapão. O tal desenho feito para “ilustrar” a versão de Alexandre de Moraes não passa de uma cópia de meme.
O helicóptero do destino
Era uma tarde opaca, sem sol nem nuvens – apenas aquela claridade entediada que faz a cidade parecer suspensa no tempo. E foi nessa hora que o helicóptero tombou do céu como um pássaro abatido. Não houve suspense, apenas uma súbita ausência de som. Um silêncio que precede os fatos decisivos, como o soluço que antecede o pranto.
O filho de Alckmin morreu. Assim, com a impessoalidade cruel que transforma tragédias pessoais em notas de rodapé na história. Para a maioria, foi apenas um acidente. Para outros, uma coincidência estranha demais para ser verdadeira. Afinal, há tempos as coincidências vêm guiando os passos do Brasil como um maestro sinistro.
Dois tiros no escuro
Antes de o helicóptero despencar, houve dois atentados a mando do PCC. Dois atentados, duas tentativas de apagar um nome, um sobrenome, uma herança política. E, depois de falhar duas vezes, o destino trocou as armas por hélices. A morte veio pelo ar, como se quisesse ser definitiva, sem ruído de tiros ou manchas de pólvora.
Mas a tragédia tem seus detalhes sórdidos. A perícia que deveria trazer respostas foi falsificada, e o perito condenado. Um ponto final escrito com letras de areia, pronto para desmoronar ao primeiro sopro de verdade.
A política do silêncio
No dia em que o filho de Alckmin caiu, o PSDB também despencou. A luta pela auditoria das urnas eletrônicas foi arquivada, engavetada, esquecida. A palavra “fraude” virou um eco proibido nos corredores do partido. A nova palavra de ordem foi “impeachment”. De Dilma, claro, como se a troca de uma cabeça fosse resolver o câncer no corpo inteiro.
Mas o que parecia uma manobra estratégica tinha algo de desesperado, de rendição. A morte do filho de Alckmin marcou o início de uma nova era: o silêncio. Um silêncio cúmplice, medroso, pactuado em reuniões fechadas e olhares furtivos.
O fiador invisível
Agora, o Brasil vive sob a tutela de uma narrativa improvável. Falam de uma tentativa de golpe que não foi tentativa nem golpe. Alexandre de Moraes, sempre teatral, resumiu o caso com o cinismo de quem já não precisa disfarçar: foi uma “tentativa de planejamento”. Algo que não ocorreu, nem poderia ter ocorrido, mas que serve como pretexto para encher celas e calar vozes.
No fundo, tudo isso é um teatro, mas não um teatro vazio. O palco é o Brasil, os atores estão na coleira do PCC, e o texto vem de longe. Moraes e Alckmin não são protagonistas, mas figurantes de luxo no roteiro escrito pelo Foro de São Paulo, com a China como produtora executiva.
Braço Armado e a Mão Invisível
No Brasil atual, o crime organizado não é apenas um desvio; é o braço armado do sistema. E a China, silenciosa como o helicóptero que caiu, é o fiador desse projeto. Um fiador que financia, orienta e garante que o roteiro será seguido à risca.
Há quem diga que o Brasil está à beira de um abismo. Mas a verdade é que o salto já foi dado. O que resta é a queda – longa, silenciosa, inevitável.
E talvez, um dia, alguém encontre no chão os destroços de um país que foi entregue, peça por peça, às mãos de seus algozes. Até lá, seguimos vivendo sob o peso do silêncio, fingindo que tudo isso é só uma sequência infeliz de coincidências. Como se o destino, sempre ele, não tivesse assinado cada detalhe dessa tragédia com a precisão de um cirurgião.
@SueliRizzi3@meioindep@jairbolsonaro Bolsonaro só apoia lixos e depois quer que o povo aceite os lixos dele. Eu votei em Bolsonaro, mas dizer que não existe Direita sem ele é pura mentira e idiotice.