HABLOU! “O Neymar é mais amado fora do que no próprio país. O povo brasileiro é muito exigente com ele e confunde demais a vida pessoal com a profissional. Dentro de campo, tinham que protegê-lo mais, porque ele é diferente de tudo e de todos.”
No dia 02/04/1988, Ivan Lester McGuire, um paraquedista experiente com mais de 800 saltos realizados, ia realizar o seu terceiro salto do dia.
Seu objetivo era filmar um aluno pulando com seu instrutor.
Naquela época, diferente de hoje em dia, em que se consegue filmar com uma GoPro minúscula, para realizar filmagens no ar era necessário um equipamento pesado carregado em uma mochila.
Com a repetição dos eventos do dia, McGuire cometeu um erro inacreditável para um paraquedista tão experiente: simplesmente pulou sem o paraquedas. Confundiu o peso da mochila do equipamento de filmagem com o da mochila do paraquedas.
Esse vídeo mostra seus últimos momentos, em que filma o aluno e o instrutor até que ambos abrem o paraquedas e chega o momento em que precisa abrir o seu próprio e, para seu horror, descobre que não tem um.
12 pessoas estavam com ele no avião antes de ele saltar, e ninguém percebeu que ele não estava usando um paraquedas.
As investigações apontaram a fadiga e a repetição de eventos ao longo do dia como causas para o acidente. Com a repetição, o cérebro "se confunde" e acredita que a pessoa já realizou ações que, na verdade, foram realizadas no evento anterior.
Além disso, havendo realizado centenas de saltos antes, a rotina cria automação. Os "passos" são realizados em modo "automático", e não mais conscientemente. Nós fazemos isso ao dirigir, por exemplo. Motoristas experientes não ficam pensando conscientemente sobre como precisam acelerar, reduzir, parar ou dar seta. Essas ações são tomadas automaticamente.
E com a experiência, vem a falsa sensação de segurança. Isso explica, por exemplo, por que grande parte dos acidentes de trânsito acontecem próximos à residência das pessoas, em locais em que já estão habituadas e em que já se sentem seguras para "baixar a guarda" e ficarem menos alertas.
Mas McGuire não saltou para a própria morte "assumindo o risco de morrer". É claríssimo que morrer não foi nem a sua intenção e nem a de assumir esse risco. Aliás, pular sem paraquedas a 2300m de altitude não seria sequer "um risco de morrer", mas CERTEZA de morrer.
Tampouco houve "dolo eventual" por parte de nenhuma das outras 12 pessoas a bordo. O piloto chegou a ser investigado, porque havia uma regra que determinava expressamente ao piloto que verificasse se todos os saltadores estavam com paraquedas antes do salto, mas não foi nem processado. Nem mesmo por homicídio culposo, pois consideraram razoável a alegação de que o piloto confundiu a mochila do equipamento de filmagem com a do paraquedas.
Enfim, trago esse caso para mostrar como esse tipo de erro fatal, embora pareça bizarro e inacreditável, não é novidade. É, sim, grave, mas as suas causas e ocorrências são bem documentadas como comportamento humano. Inclusive, sabendo disso, medidas de segurança costumam ser tomadas para mitigar esses riscos, como checagem dupla ou checklist em voz alta.
No caso do rope jump, a ausência dessas precauções após centenas ou milhares de saltos bem sucedidos indica que os profissionais agiram "traídos" por essa falsa sensação de segurança. "Fizemos isso tantas vezes antes. Fazemos todos os dias. Nunca tivemos problemas".
Isso não caracteriza dolo. Não se trata de praticar conduta que poderiam prever que resultaria em morte (até porque esse resultado nunca tinha acontecido antes), mas sim de NEGLIGENCIAREM passo essencial, por um lapso, que nunca havia sido negligenciado antes. Como eu disse antes, essa negligência, ainda que grave e fatal, implica em crime culposo. Não em dolo eventual.
A culpa deles é grave e inaceitável, mas isso não a transforma em dolo.
Nesse último ano eu finalmente entendi como é fácil se tornar um morador de rua, basta ficar desempregado que se você for realmente pobre, sem rede de apoio, estará na eminência de virar sem teto.
A frase "você está mais perto do mendigo que do rico" nunca fez tanto sentido.
@PatriotaMengo@futebol_info Isso não seria uma discussão no Brasil porque o nosso país não impediria a entrada de atletas e árbitros de um evento esportivo onde somos sede.
Estava comentando com o namorado que a carreira da Ludmilla meio que acabou depois que ela brigou com a Anitta.
Aí ele me lembrou de algo que eu nem tinha associado na época: “sim, ela é macumbeira”.
Fiquei pensando pensamentos depois de ouvir isso 🤔🤔🤔
Um comportamento meio maluco que eu tenho: quando encontro o perfil de uma pessoa que morreu jovem fico pesquisando o que provocou a morte dessa pessoa.
E o McDonald's que contratou Ronaldinho Gaúcho e o jogador mais caro do atualidade Lamine Yamal para fazer gol na logo da lanchonete. Advinha quem acertou o chute?
Depois que o Twitter mudou para X, quase não vejo mais tweets das pessoas que eu seguia, nem dos meus amigos.
Consequentemente, comecei a diminuir a frequência de tweets que eu faço.
@Clausemberg@welmelo Não acho que compensa porque o funcionário certamente vai tentar reverter a justa causa na justiça e vai conseguir num contexto desse.
Isso foi pura incompetência e burrice dos gestores.
@opedro_p@CaioAugstOR Eu penso em duas possibilidades:
1 - vão construir um prédio tapando a vista do mar e vai desvalorizar o apartamento.
2 - Muitos prédios construindo e poucos compradores pode derrubar o valor dos imóveis em geral.
Mas, se tratando de Itapema, acredito que seja a opção 1.