Hoje vi sendo realizado um dos trabalhos mais importantes que participei, um clipe curto, mas mt significativo. Djonga na globo, em um vt que fala sobre ancestralidade. Parceria com meu grande amigo @gregorykaskus
Vinicius JR fez uma copa do mundo 2022 digna, nunca se escondendo do jogo. um ótimo coadjuvante.
em 2026, Vini JR se tornou o líder técnico da seleção brasileira.
chamou a responsabilidade contra o Marrocos e Haiti.
segue jogando e se responsabilizando pelas cores do pentacampeã mundial em campo. muita coisa.
jogador de elite, concentração de elite e mentalidade de elite.
VINI. e ainda nem começou.
Na minha visão, esse debate começou errado. Precisamos discutir o motivo de não abordarmos no cinema filmes com a vida na periferia durante a ditadura e não questionar a inserção desse tema em “ainda estou aqui”, pois o filme é especificamente sobre a família Paiva.
O que Marcelo Rubens Paiva acha das críticas a "Ainda Estou Aqui" sobre ser um recorte de uma família branca e abastada?
"Não caberia no filme, o filme é sobre a minha mãe", afirma.
#RodaViva
Os brancos hoje INCRÉDULOS com o fato de que o racismo é uma parada que impacta na nossa vida real, que é um sistema de injustiças muito concreto e não só coisa que a gente fala aqui na internet.
Importante destacarmos a figura que se tornou Vini Jr para além do futebol, se tornando uma figura fundamental para temas raciais no Brasil e no mundo. E para fechar a trilogia, no primeiro VT a música tema foi do Djonga, o segundo do BK e agora uma música dos dois.
Fiquei muito triste com a notícia da saída do Poole, era um dos meus jogares preferidos, foi muito importante na campanha do último título. Mas acho também que depois da briga com o Green o ambiente dele no Warriors acabou, talvez por isso o seu desempenho tenha caído.
Mais um clipe especial que produzimos falando da força e liderança contra o racismo que exerce Vini Jr. Dessa vez colocamos BK na Globo. É nossa cultura.
Agradeço a parceria de @tiagoroedel e @marcos_vrr. Agradeço também @marcoslucarrn que narrou essa história.
Eu tava na Lapa e conheci uma menina. Papo vai, papo vem, ela me pergunta onde eu moro.
Eu respondo “Niterói”
Aí ela “nossa menino… mt longe, Deus me livre! Pra voltar deve ser uma luta né?”
Então eu devolvo a pergunta e pergunto de onde ela é:
Ela vira e me responde “Bangu”