Pessoas que defendem a convocação do neymar:
- Ronaldo Fenômeno
- Ronaldinho Gaúcho
- Denílson
- Cafu
- Romário
- Clodoaldo
- Vampeta
- Lionel Messi
Z Kylian Mbappé
Pessoas que sao contra a convocação do neymar:
- Pedro Certeza
- Mily Lacombe
- Nariguda globo
- Bigode de escovar pinto que era da tnt
- Cut
- Mst
JUNTOS! 💙 Somos um time e também uma família de milhões. Estamos contigo, Marlon.
Tu és um líder dentro de campo, profissional exemplar, sempre honrando as três cores como um grande gremista. Boa recuperação, temos certeza de que vais voltar ainda mais forte!
O Grêmio está contigo!
🎙️ Pezzolano, tecnico do Inter:
"Eu não sabia que o Gauchão era feito pra eles. Se eu soubesse, teria ficado em casa. Economizado meu tempo. Eu nunca vivi nada parecido na minha vida”
Sabe o foda?
A gente não está mal no jogo. Na verdade, fomos melhores no Gre-Nal da fase de grupos e estávamos possivelmente melhores no Gre-Nal da Arena até a expulsão. Além de hoje.
Fomos o melhor time o campeonato todo pra acontecer isso.
Uma vergonha feita pela FGF.
👇 Relato do Anacleto, ex-atacante do Inter em 1909
"Eu me chamo Anacleto, operário da Fábrica Oderich Ltda e colorado raíz. Entro às cinco da manhã, saio quando o sol já desistiu de mim, e nas horas vagas jogo futebol pelo recém-nascido Sport Club Internacional, o time dos que não tinham sobrenome importante nem botas lustradas.
Em 1909, futebol ainda não dava dinheiro, não dava fama, mas dava dor nas canelas e problemas no emprego. Principalmente se tu fosse colorado oprimido.
Na semana antes do tal greNAL, o clima na fábrica tava mais pesado que saco de carvão molhado. O capataz gremista, seu Cândido, nos chamou um por um. Não era bem uma reunião...
"Anacleto, fiquei sabendo que tu anda chutando bola..." disse ele, limpando o monóculo
Engoli seco. Futebol naquela época não tinha juíz nem VAR, mas tinha demissão sumária.
"Olha, não é ameaça, mas se esse tal de Inter ganhar do Grêmio… bem… sempre precisamos reduzir o quadro de funcionários"
O “quadro de funcionários”, no caso, era sempre o meu.
Saí da sala com as pernas bambas. Não de medo do jogo, mas medo do aluguel. Porque perder o greNAL era triste, mas perder o emprego era ficar de bucho roncando por dias
No vestiário improvisado (um galpão com cheiro de graxa e sonhos), o clima era o mesmo. Tinha operário, sapateiro, carregador de porto… todos com aquela cara de quem pensava:
“Será que é melhor errar um golzinho de propósito?”
Mas aí veio o discurso do nosso capitão, um sujeito chamado Bisteca, que trabalhava 14 horas por dia e ainda tinha huevos pra defender o encarnado.
"Pessoal, eles podem mandar na fábrica… mas não mandam na bola, SEREMOS"
Entramos em campo. Do outro lado, os jogadores do Grêmio com meias limpas, postura ereta, cabelo no peito, olhar de caçador. Homens alfas, fortes e mal encarados.
Começa o jogo.
Cada dividida era uma escolha: chutar pra ganhar ou errar pra manter o emprego? Meu coração gritava "Inter" e meu estômago gritava "salário".
15 minutos de jogo, os azuis sentando a mamona sem dó, botinada pra mais de metro. Nunca apanhei tanto na vida. Talvez esse antijogo e catimba venha dessa época.
De repente sobrou uma bola pra mim. Livre. Sozinho. Gol feito.
Nesse exato momento, vi a cara do seu Cândido na minha mente, segurando minha carteira de trabalho e mandando pra rua.
Isolei. Mandei a bola lá em Esteio. Era nossa única chance, pois o resto do time entrou pra manter o batente. Depois disso aí foi 1, 2, 3, 4 pros alemães só no primeiro tempo. Quando me dei por mim o primeiro greNAL tinha acabado com uma dezena pros racistas.
Pelo menos eu estava lá embalando molho no outro dia. Era difícil ser colorado de verdade nessa época. Eles levavam no grito, na selvageria, na base da opressão. Se fosse no fairplay, nós nunca tínhamos tomado 10 lá no começo"