Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, amai-vos também vós uns aos outros.
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o vosso coração, nem se acovarde.
Hoje, a dublagem brasileira se despede de uma voz que marcou gerações.
Faleceu Figueira Júnior, aos 60 anos, deixando um legado inesquecível para fãs de animes, desenhos, filmes e games. Ao longo de sua carreira, deu vida a personagens icônicos como Androide 17 em Dragon Ball, Fry em Futurama, além de inúmeras outras interpretações que fizeram parte da infância e da vida de milhões de brasileiros.
Nossos sentimentos aos familiares, amigos, colegas de profissão e a todos os fãs.
Descanse em paz, Figueira Júnior. Sua voz será eterna.
POR QUE O FEMINISMO É UMA MENTIRA:
Aos 12 anos de idade fui assediada por um colega de classe (eu havia sido adiantada na escola, então todos ali eram mais velhos que eu), e as meninas que se diziam feministas enquanto fomentavam discursos do movimento, foram, naquele contexto, piores do que muitos dos próprios meninos. Como o rapaz era amigo delas, preferiram protegê-lo a me apoiar (e quantos outros casos assim que não vemos?). Depois dessa experiência, aprendi uma das maiores lições da minha vida: o feminismo não é um movimento que defende mulheres; ele defende uma ideologia. E, quando a mulher deixa de servir à ideologia, ela é descartada sem qualquer remorso.
A tão propagada "sororidade" não passa de uma isca. O apoio não é dado à mulher enquanto indivíduo, mas apenas àquela que fortalece a narrativa e os interesses do movimento. Basta observar como determinados casos de grande repercussão, como o da menina de 11 anos cuja gravidez gerou intenso debate sobre o aborto, são rapidamente transformados em bandeiras para promover a causa. Mas, quando surgiu a polêmica envolvendo a Ilha do Marajó, onde meninas estavam sendo exploradas sexualmente e sendo vítimas do tráfico humano, por não ter sido levantada pelo seu lado político, elas não fizeram nenhuma mobilização. Ou seja, se você pensa diferente, é religiosa, conservadora, pró-vida ou simplesmente se recusa a repetir os mesmos discursos, deixa de ser vista como vítima e passa a ser tratada como adversária. A mulher deixa de ter valor por si mesma e passa a valer apenas enquanto for útil ao coletivo; quando deixa de servir à agenda do movimento, é descartada sem hesitação.
Outra contradição que percebo é que, embora critiquem constantemente os homens, muitas vivem intelectualmente centradas neles. Diversas pautas parecem partir da lógica de que, se algo também beneficia os homens, então deve ser rejeitado. Isso ajuda a explicar por que, em determinados círculos, a maternidade é frequentemente tratada como símbolo de submissão, enquanto a independência é medida quase exclusivamente por conquistas profissionais e bens materiais. Nessa visão, uma mulher que sonha em ser mãe em tempo integral ou que coloca a família acima da carreira costuma ser vista como menos inteligente, menos ambiciosa ou até mesmo como alguém que "traiu" as mulheres.
Alguns respondem dizendo: "isso foi apenas uma experiência ruim; o feminismo não é sobre isso". Entretanto, há exemplos históricos e atuais que, para mim, demonstram que essas incoerências não são casos isolados. Simone de Beauvoir, uma das principais referências do feminismo contemporâneo, assinou manifestos defendendo a descriminalização de relações sexuais entre adultos e menores na França e manteve relações com pessoas envolvidas em escândalos dessa natureza. Além disso, não são raros os casos de mulheres que se apresentam como feministas, mas ignoram ou relativizam comportamentos abusivos de parceiros, ou históricos de vida duvidosos, enquanto lhes convém, só tornando públicos esses fatos após o término do relacionamento. Também há setores do movimento que adotam discursos de enfrentamento à violência contra a mulher, mas relativizam ou silenciam diante de crimes quando os autores pertencem a grupos que elas consideram politicamente protegidos (traficantes/bandidos), ou vangloriam e apoiam pessoas (Erika Hilton) que criam medidas para impedir a punição desses agressores.
O discurso de empoderamento também revelou outra face: o desprezo pela mulher comum. Trabalhar, acumular títulos e construir uma carreira passaram a ser tratados como o único modelo legítimo de sucesso. Mulheres que não sonham com esses propósitos são ridicularizadas, chamadas de "conservadia", "reacionária" ou outros rótulos depreciativos. O feminismo diz combater estereótipos, mas cria novos e pune quem se recusa a segui-los.
E talvez a maior contradição de todas seja a situação atual. Depois de décadas afirmando defender espaços exclusivamente femininos, uma parte significativa do movimento abriu mão deles em nome da ideologia de gênero e da tal "inclusão". Mulheres perderam exclusividade em competições esportivas, espaços reservados e diversas políticas públicas. A própria palavra "mulher" vem sendo substituída por expressões como "pessoas que gestam", reduzindo a realidade feminina a uma função biológica para acomodar novas narrativas. Um movimento que dizia existir para proteger mulheres agora frequentemente exige que elas abram mão da própria definição do que são.
Foi justamente observando essas incoerências, como tantos outros motivos, que deixei de acreditar no feminismo muito antes de ter me tornado religiosa. E o pior, é que é vendido com discursos doces e sedutores de "equidade" e por isso é adotado por tantas meninas, principalmente quando elas (feministas) incluem feitos que simplesmente nunca foram mérito do movimento, passando a mensagem de que ele é necessário e de que todas nós devemos algo a ele. Não sou contra as mulheres, afinal, sou uma, e conheço o que realmente nos valoriza. Então me recuso a apoiar algo que transformou mulheres em instrumentos políticos. Quando uma ideologia vale mais do que a pessoa, ela deixa de ser libertadora e passa a ser apenas mais uma forma de controle.
🚨AGORA - Trabalhador paga R$ 35 em 200g de mussarela, 200g de presunto, 10 pães e fica revoltado com o preço
“Depois dizem que o poder de compra do mais pobre aumentou, meu ovo!”, disse.
Oliver Nickell
June 29th, 1993 – June 14th, 2026
Oliver Tree Nickell, beloved son, brother, grandson, nephew, cousin, and friend, passed away in Rio de Janeiro, Brazil on Sunday, June 14, 2026, in a tragic accident at the age of 32. Known as Oliver Tree, he was an artist, storyteller, singer, songwriter, producer, director, editor, actor, filmmaker, entertainer, traveler and creative force; he had just performed in São Paulo as part of his 7-continent world tour.
Oliver was born in Santa Cruz, California. From the beginning, Oliver always had the most astonishing and relentless creative drive. He began producing skits, music, and drawings as early as 5 years old. He spent ten years racing BMX, cycle cross, cross country, mountain biking, downhill racing and free-style dirt jumping. Oliver was a DJ in his teenage years and started performing shows under the name "Kryph", where he opened up for big artists in the dance scene. At 17, he signed with R&S Records, under the moniker "Tree", where he put out his first official body of work "Splitting Branches”. During this period, he attended San Francisco State University and later graduated from the California Institute of the Arts (CalArts) in 2017. At CalArts, Oliver created the “Oliver Tree” project, which included producing, directing, acting, touring, film-making, and song-writing.
In 2016, “Turbo” was born, a character he developed for the internet, who was loud, colorful, bright and hilarious. That same year, he released his first single on all platforms as Oliver Tree, in collaboration with Whethan titled "When I'm Down". The song became a huge success and went gold. In 2017, Oliver signed with Atlantic Records and shortly after released his first viral hit song “Alien Boy” which was produced with his childhood friend Casey Mattson, as well as frequent collaborator Imad Royal. It was a song that truly encapsulated the Oliver Tree brand. Oliver then went on to release his debut album “Ugly Is Beautiful”, which hit the top 15 of Billboard 200 and reached number 1 on Billboard‘s Top Rock Albums and Alternative Albums charts. Oliver also released a deluxe version of the album which included the song "Life Goes On", a track that was produced with long-time friend and collaborator Getter. This song propelled Oliver into a global audience and was a commercial hit. Followed by the success of Oliver’s song "Miss You”, with Robin Schulz, which became a worldwide hit and was nominated for Best International Song (The BRIT Awards) in 2024.
Oliver never stopped reinventing himself. Each album featured a distinct character in the Oliver Tree universe: Turbo for “Ugly is Beautiful” in 2020, Shawney Bravo for “Cowboy Tears" in 2022, Cornelius Cummings for “Alone in A Crowd" in 2023 up until "Love You Madly Hate You Badly” in 2026, where he removed the fake personas and decided to show the world his true self for his final album which was 100% written and produced by Oliver.
Oliver had a deep curiosity about the world and wanted to experience every country and culture. Over the past two years, Oliver was a global citizen, visiting over 100 countries: eating local cuisine; connecting with locals of all kinds; participating in ceremonies; giving concerts; and recording music on his laptop. He went to the Middle East, sailed in Antarctica and became an honorary Maasai tribal chief in Tanzania.
Oliver was more than a musician; he was a true artist in every sense of the
word, seeing the world as a stage for his performance art. He pushed boundaries in every form of media and life. Oliver was on a mission to bring the world together through art and inspiring other artists to create. Being a forward thinker, Oliver created a non-profit entitled "Dr. Oliver Tree's Extremely Epic Art Grant for Baby Geniuses”. He wanted all of his money to go into funding other aspiring artists in all facets: music, film, installation and performance art projects.
Oliver cared so deeply about spreading art, joy, laughter and love into the world. He blended his characters seamlessly with his authentic self, which left the audience often wondering what is real or a prank. He found beauty in the ordinary and would constantly preach his "Ugly Is Beautiful" mantra on and off stage. He wanted everyone to feel like they had a place to be themselves. Under all the absurdist humor and outlandish stunts, he wanted to create an inclusive environment where everyone belonged and could realize their true potential.
Oliver was a creative force of nature, a true “Alien Boy” among human beings. His imagination was boundless, his laugh was contagious and his creativity and ideas were prolific.
Oliver is survived by his parents, Jesse & Christine Nickell of Santa Cruz, brother Jessup (Zoe), Grandmothers Ann Begin & Lorraine Nickell, Aunts Cynthia Begin, Mia Begin (Bill Schroeder), Uncle Dan Begin (Melissa), Aunts Sheree Kouffeld (Dave Christopher) and Jan Lamascus (Marvin), many beloved cousins, Beth, Breanna, Kaitlin, Kimmy, Maggie, Meadow and Nicolas; and numerous friends worldwide. He considered his team and colleagues his family: Dan Awad, Paul Donatelli; his bandmates: Casey Mattson, Amir Oosman, Jake Jamieson, Jmsey; his creative collaborators: Ethan Snoreck aka Whethan; Ryan Farber; Steve Zilberman; Jacob Dennis; Sebastian Hackett; his love Fiona Chernavskaya, as well as many others who touched his project and helped him execute his vision, who are too innumerable to be named.
We’ll leave you with a quote which Oliver said at almost every show he performed at, his mantra to the world: “No matter how strange you think you look, no matter how ugly you feel, you are beautiful.”
A celebration of his life / memorial service will be held at the UCSC Quarry Amphitheater on July 25th. Due to limited space for family and friends, this event will also be streamed live.
Donations: The family requests donations be made to “Dr. Oliver Tree's Extremely Epic Art Grant for Baby Geniuses”. Oliver’s vision is to support and encourage young artists to follow their dreams. See more at https://t.co/XY1lQhixpQ