Quinze Dias estreou nos cinemas na última semana.
Mas muita gente ainda não conseguiu assistir.
Seja porque o seu cinema não está exibindo o filme, seja porque está exibindo o filme em horários feitos para que ninguém assista. 14h, 15h da tarde em dia de semana.
Isso porque existe um grande movimento de fraude à cota de tela para o cinema brasileiro. Os cinemas reprisam os mesmos filmes nacionais e os colocam nos piores horários só para cumprir a lei e não serem punidos. Mas não se importam com o público.
Filmes com temática LGBT então, são os primeiros punidos.
Foi pensando nisso que propusemos o PL nº 216/2025, que regulamenta a cota de tela em São Paulo para obrigar os cinemas a respeitar a diversidade nos títulos, exibi-los em horários acessíveis e divulgá-los como faz com os filmes internacionais.
Chega de fraude! A cultura é um direito.
SENADO INIMIGO DO TRABALHADOR
Logo após o fim da escala 6x1 ser aprovado na Câmara dos Deputados e consequentemente a PEC seguiria para a Câmara do Senado, veio aí:
“O senador Rogerio Marinho (PL-RN) apresentou nesta quinta-feira (28) a PEC 12/2026, que permite ao trabalhador escolher entre a jornada tradicional da CLT ou um regime flexível baseado nas horas efetivamente trabalhadas.
Pela proposta:
• O empregador pagaria apenas pelas horas trabalhadas;
• O contrato individual prevaleceria sobre acordos coletivos;
• Benefícios como FGTS, férias e 13º salário seriam proporcionais à jornada escolhida.
O objetivo, segundo o senador, é ampliar a liberdade e autonomia do trabalhador, permitindo que ele defina a carga horária que melhor concilie sua vida pessoal com o trabalho e se adapte às demandas do mercado.
— Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, 50 horas, é possível. E que você seja remunerado pela sua atividade e pela sua disponibilidade em relação ao seu empregador. É assim que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos — afirmou o senador.”
Fonte: agência Senado.
Sabemos que, na prática, isso não funcionaria. Com a carga horária atual, as empresas já abusam e exploram os trabalhadores, ultrapassando frequentemente as 6/8 horas diárias sem pagar as horas extras.
Essa PEC só abriria ainda mais margem para a exploração da relação entre empregador e empregado. Nós sabemos quais são os nossos limites, mas eles muitas vezes não são respeitados. Queremos uma carga horária fixa, sem retrocessos!
A proposta caminha no sentido oposto: torna o trabalho mais barato e descartável para o empregador, ao mesmo tempo em que transfere todo o risco e a instabilidade para o trabalhador.
Agora é hora de pressionar o SENADO para aprovar o fim da escala 6x1, ARMYS!!! @rickazzevedo@ErikakHilton@movimento_vat
Subam as tags abaixo:
ARMY CONTRA O SENADO
SENADO INIMIGO DO POVO
SEM RETROCESSO
#ARMYContraOSenado
#SenadoInimigoDoPovo
#SemRetrocesso
A maior Parada LGBTQIAPN+ do mundo perdeu 60% dos patrocinadores. E isso não afeta só um evento. Afeta visibilidade, cultura, segurança, empregos e principalmente a nossa comunidade+
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES!
176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036.
Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS.
Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽
- Pr. Marco Feliciano, PL
- Delegado Paulo Bilynskyj, PL
- Missionário José Olimpio, PL
- Vinicius Carvalho, PL
- Mario Frias, PL
- Rosangela Moro, PL
- Jefferson Campos, PL
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL
- Adilson Barroso, PL
- Adriana Ventura, NOVO
- Ricardo Salles, NOVO
- Marangoni, PODEMOS
- Renata Abreu, PODEMOS
- Simone Marquetto, PP
- Mauricio Neves, PP
- Vitor Lippi, PSD
- Celso Russomanno, REPUBLICANOS
- Arnaldo Jardim, CIDADANIA
- Baleia Rossi, MDB
As piores traições ocorridas na humanidade
1. Judas
2. A Halsey é nossa garota
3. Baepsae em Tampa
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6. Life Goes On em Tampa