Hoje, o STF teve a oportunidade histórica de mostrar ao Brasil que a Justiça é para todos — inclusive para aqueles que têm o dever de aplicá-la. Infelizmente, não foi essa a mensagem transmitida. Quando a lei parece mudar conforme o nome ou o cargo de quem está sob suspeita, a confiança da população nas instituições é profundamente abalada. Justiça de verdade não escolhe quem investigar.
Amanhã, o STF poderá entrar para a história. A votação não decidirá culpa ou inocência, mas algo essencial à República: se um de seus próprios ministros pode ser investigado. A resposta poderá inaugurar uma nova era — de transparência, responsabilidade e igualdade perante a lei.
#Estúdioi
"É a festa apenas do diplomado, mas também de quem diploma, que conseguiu, com toda a tentativa de turbulência, levar adiante um processo democrático", diz @octavio_guedes.
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