Advogado pós-graduado em Direito Público e membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. Temas de direito, marxismo, política, ocultismo e cultura em geral.
Não aceitem a provocação sionista de que criticar "Israel" é ser antissemita. O povo judeu e o judaísmo são multimilenares; estão na raiz de nossa civilização ocidental. Isso é uma coisa. Outra coisa é a ficção jurídica "Israel", criada em 1948 violando a Resolução ONU 181/1947.
Ontem vi falarem sobre "obesidade mental", a sobrecarga informacional que nos empanturra na contemporaneidade. Este novo texto do Lenio é na mesma toada. É um paradoxo espantoso: muita informação mas pouco processamento.
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Suécia, 1958. Chile, 1962. México, 1970.
Três continentes. Três décadas diferentes. Três vezes campeão do mundo.
Nenhum jogador na história fez isso antes. Nenhum fez depois.
O futebol já viu gênios. Já viu lendas. Já viu fenômenos.
Mas só conheceu um Rei.
55 anos depois do México, o recorde permanece intocado. Não porque faltaram grandes jogadores. Mas porque a grandeza de Pelé não tem medida de comparação.
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Sweden, 1958. Chile, 1962. Mexico, 1970.
Three continents. Three different decades. Three-time World Champion.
No player in history did it before. None have done it since.
Football has seen geniuses. Legends. Phenomena.
But only one King.
55 years after Mexico, the record stands untouched. Not because great players were lacking. But because Pelé’s greatness has no comparison.
A seleção multiétnica de Lamine Yamal e Nico Williams, da Espanha pró-Palestina de Pedro Sanchéz, derrota o time de Milei e Netanyahu. Pouco valeu o VAR amigo da venal FIFA de Infantino, que anulou dois gols espanhois. Os deuses do futebol fizeram justiça.
A Idade Média assoma como a "sombra" junguiana da modernidade ocidental, a projeção do atraso, do obscurantismo e de tudo aquilo que não queremos reconhecer em nossa própria época. Mas não era bem assim e este texto faz uma defesa do medievo.
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@ilkalexotan6mg O ICL nasceu com a proposta de ser um veículo alternativo em relação à imprensa hegemônica. É uma pena que bons quadros como Demori e Calejon estejam saindo (ou sendo saídos) 🤔 Tudo nebuloso por ora.
@xicosa Mas aí - falando especificamente da parte esportiva, pois o grande problema está fora de campo e é institucional, como lembrou o texto - é uma apologia do dinizismo: muito controle, muito toque de bola, muito passe pro lado e pra trás... 😒
@MarcJosgon O cara se enrolou e caiu sozinho. Tava no meio de campo, não era "simulação" pra pênalti. Não valia cartão nem para o argentino - caso tivesse havido toque - e muito menos para essa leonina expulsão. Vargentina como sempre beneficiada.
@LenioStreck Lenio, meu confrade. A Rede Globo meio que começou essa tendência, com suas vinhetas e musiquinhas "engraçadas". O futebol deixa de ser jornalismo esportivo e vai para a pauta do entretenimento. E dá-lhe Alex Escobar, Tadeu Schmidt e quejandos.
@TheInterceptBr Isso é incrível. SP preferiu importar a extrema-direita miliciana bolsonarista do RJ a dar uma chance a Boulos. "Pobre São Paulo, pobre paulista"...
"Em mim o que há de primordial é o hábito e o jeito de sonhar".
(no "Livro do Desassossego" de Bernardo Soares, i.e. Fernando Pessoa)
A imagem é "Heaven" por Michael Parkes.
@mmarciam@ladygross Sou o primeiro a concordar mas é mais que isso, não? A Copa do Mundo é um dos poucos momentos em que há uma sinergia nacional, brasileira, um pequeno momento de amor-próprio perante os olhos do mundo. A eliminação é muito triste, sim.
@Glauber_Braga "Hoje a tática foi essa: paciência, sem recuo, firmes na rua e estamos tomando todas as medidas cabíveis." - é assim que deve ser. Fazer perder a linha é exatamente o que tais celerados querem. É um erro entrar no jogo deles.
Há poucas semanas, em razão de seu passamento, postei sobre Peter Carroll. O texto que compartilho agora é sobre uma referência ainda mais primal no caoísmo - chaos magick -, Austin Spare.
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