O Brasil está completamente desgraçado. O MINISTRO DA JUSTIÇA do Lula (ex-STF), o cara que comanda a POLÍCIA FEDERAL era CONTRATADO e tomava vinho na casa do Vorcaro. Mentiu dizendo que quando virou ministro parou, mas foi pego na mentira. Só dá bandido!
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Essa foto não mostra um juiz.
Mostra a consagração de um arquétipo.
Mostra o nascimento visual de uma nova entidade de poder:
O Estado-persona. O Juiz absoluto. O veredito sem apelação.
O fundo é vermelho puro. Sem bandeira. Sem símbolos da República.
Porque essa imagem não representa a democracia. Representa a sentença.
O vermelho é o tom do sangue autorizado, da justiça ritual, da autoridade final.
Não é cenário. É altar.
A toga não é uma veste jurídica. É uma armadura teocrática.
Ela não veste — ela absorve.
Ela transforma o homem em instituição viva.
Em corpo total do Estado.
Nada mais está presente. Só ele.
Os olhos fechados não são humildade.
São desconexão proposital do mundo externo.
“Não preciso te ver para te julgar. Já sei. Já decidi.”
É o gesto do oráculo. Do inquisidor.
Do juiz que já ultrapassou a etapa da dúvida.
Essa imagem não foi feita para informar.
Foi feita para doutrinar.
Para criar uma estética emocional de autoridade incontestável.
“Aqui está o poder. Você não dialoga com ele. Você obedece.”
O que ela comunica é claro:
Não há três poderes.
Não há Parlamento.
Não há povo.
Só há um vértice. Uma figura. Um dogma.
A toga cobre tudo.
Esse é o novo símbolo do poder brasileiro:
Não mais o debate, o voto ou a Constituição.
Mas a imagem.
A toga.
O silêncio.
E o medo de pisar fora da narrativa.
Os juízes que auxiliavam Moraes saíram do gabinete dele em ato de desespero. TODOS ao redor dele, como previ, estão com MEDO DE CAIR NA LEI MAGNITSKY. Creio ser TARDE DEMAIS.
Aos delegados da Polícia Federal que são cúmplices dos crimes contra a humanidade que Moraes está cometendo, um aviso: vocês também serão punidos. Não os desejo boa sorte. 👍🏻
Mas quem pediu a prisão?
Alexandre de Moraes quer prender Bolsonaro e, na falta de provocação legítima (pedido de alguém), provocou (intimou) a PGR para que peça a prisão. É isso!
E para garantir a ordem pública? A garantia da ordem pública serve para evitar a reiteração criminosa. Utiliza-se a prisão preventiva como garantia da ordem pública somente quando houver risco concreto da prática de novos crimes.
Essa notícia, se verdadeira, é mais uma aberração jurídica!
Moraes acatou o pedido da PGR (que provavelmente foi ele mesmo quem orientou que fosse feito) e concedeu prisão domiciliar à presa política Débora.
Não vou dizer que a decisão foi acertada, porque Débora sequer deveria ter sido presa; não deveria ter passado um dia na prisão. Mas a decisão está amparada no art. 318 do CPP: “Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for: V - mulher com filho de até 12 (doze) anos de idade incompletos”.
Escutem: esse caso da Débora foi um dos maiores erros que o STF poderia ter cometido. Foi o estopim da anistia de todos os injustiçados do 8/1.
Quando o povo se levanta, não há tirania que prevaleça.
- A libertação dos sequestradores de Abílio Diniz e a condenação à 14 anos da Débora, acusada de "associação criminosa armada" num impossível golpe sem armas, tropa ou liderança.