Que vergonha de país. A AD cai e é reeleita. O Chega, cheio de deputados acusados de pedofilia, fica em 2º lugar. E metade do país nem vota. Isto não é democracia — é decadência. Depois queixem-se.
Uma das muitas coisas más que o CH trouxe à sociedade foi o à-vontade para se ser abertamente odioso, promover desinformação e não respeitar a dignidade humana. Aquilo não é um partido, é um antro de maldade.
Acho que não estamos conscientes do quanto esta luta está perdida se as ferramentas que defendem a democracia portuguesa deixaram de funcionar sem sequer percebermos.
A nova ordem é clara: trabalha, cala-te e agradece. Greves? Só se forem discretas e inofensivas.
Montenegro e Rui Rocha estão em sintonia e o incómodo tem de acabar.
Dia 18 não se vota só em partidos. Vota-se contra a erosão dos direitos mais básicos.
O que a IL diz aqui, de forma subtil, é que quer proibir as greves.
Sabem que no sector privado a quantidade de greves é muitíssimo menor pelas represálias e repercussões. Daí o afuera.
Mais um atropelo aos teus direitos.
A equipe do bad bunny ter deixado os EUA de fora da tour do álbum mais aclamado por ter noção de juntar 1+1 e cogitar que seus shows podem ser visados pelo ICE é um posicionamento tão gigante e ao mesmo tempo tão silencioso que a gente com certeza vai falar disso no futuro
Malta liberal para ver se vocês saem da vossa bolha:
- Há greves nos privados (Auchan, Autoeuropa, Minipreço, Santander, entre outros)
- Quem convoca greve é o sindicato, mas através dos trabalhadores (só faz greve quem quer)
- Havia um acordo com o governo (que não foi comprido)
Os nazis, fascistas, franquistas e salazaristas a primeira coisa que fizeram foi proibir greves.
O que resolve as greves é dar condições aos trabalhadores. A IL põe-se do lado da administração que quebrou a palavra depois de prometer aumentos.
Mas no privado também há greves.