Imagina pagar caro numa passagem de avião e chegar lá e encontrar essa jamanta na poltrona do seu lado com as banhas saindo por tudo
Sensação de tristeza indescritível
*dois gaúchos entram num bar*
- mas bah tchê, qual o segredo pra chegar nessa idade com o coro cabeludo sem um fiozinho branco pia!
- pinto de preto
- mas bah, me passe já o telefone desse negão!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Renan Santos foi muito claro e objetivo em sua entrevista ontem ao JN.
Prometeu ao Brasil um “futuro glorioso” desde que possa, se eleito, determinar quais decisões da Justiça são legais e quais não são, quem é bandido e quem não é e quais procedimentos inconstitucionais são aceitáveis.
A história, entretanto, mostra que um governante que busca mais poder entrega apenas um regime autoritário, com mais corrupção, menor alternância de poder e menos liberdade para o cidadão.
Os graves problemas que enfrentamos hoje, como o crime organizado, as altas taxas de juros e a desconfiança das instituições, não serão resolvidos com atalhos ou salvadores da pátria.
A construção de uma nação próspera exige o respeito às leis, o cumprimento da Constituição, o fortalecimento das instituições, menos poder aos políticos e a eleição de lideranças que tenham equilíbrio e histórico de entregas.
Um caminho diferente do apresentado por Renan.
Renan Santos foi muito claro e objetivo em sua entrevista ontem ao JN.
Prometeu ao Brasil um “futuro glorioso” desde que possa, se eleito, determinar quais decisões da Justiça são legais e quais não são, quem é bandido e quem não é e quais procedimentos inconstitucionais são aceitáveis.
A história, entretanto, mostra que um governante que busca mais poder entrega apenas um regime autoritário, com mais corrupção, menor alternância de poder e menos liberdade para o cidadão.
Os graves problemas que enfrentamos hoje, como o crime organizado, as altas taxas de juros e a desconfiança das instituições, não serão resolvidos com atalhos ou salvadores da pátria.
A construção de uma nação próspera exige o respeito às leis, o cumprimento da Constituição, o fortalecimento das instituições, menos poder aos políticos e a eleição de lideranças que tenham equilíbrio e histórico de entregas.
Um caminho diferente do apresentado por Renan.
Porra o Renan Santos tava dizendo que o Brasil tem que ter bomba atômica, fuder diplomacia, criar mais presídio, etc etc, e o povo aqui puto pq ele viajava para pegar mulher???? KKKKKK tem rota de turismo sexual da zona leste - vila JK, vá se fuder
Ganhou 3 títulos, fez a torcida ser feliz pela primeira vez em anos e ainda vai fazer o clube fechar as portas pro nosso sofrimento finalmente acabar
Obrigado por tanto, Memphis
Eu nem sei se mereço tudo isso
I am a world champion athlete who has published peer reviewed research in this field and I say it is clear that there is male-performance advantage over females.
Men on average are stronger than women due to the relative % of muscle vs. fat, and to power that extra muscle they have more oxygenating cells (haemoglobin) in the blood... ALL of which are controlled by hormones, they are not set at puberty. No-one disputes this.
What is less clear is what happens after cross-sex hormone therapy, in trans women in particular.
Trans women who compete in female sports are on gender-affirming hormone therapy (GAHT) — typically oestrogen plus medications to lower testosterone. This therapy leads to measurable changes in body composition and function.
What the evidence says about performance?
After 2 years of GAHT, trans women show little to no advantage over cis women in tests like running 1.5 miles or number of sit-ups.
By 1–3 years on GAHT, many performance differences in studied metrics narrow substantially or disappear.
However, in strength tests (e.g. push-ups, grip strength), some small residual advantage may persist.
In contrast, some areas suggest worse performance: lung function, efficiency of breathing, and fitness (Braga et al., Saitong et al., and Alvares et al.) when normalised to body size.
In one study of national-level volleyball players, athletic trans women performed similarly to cis women (but below cis men) across multiple physical metrics.
In a UK study, athletic trans women (on hormones for 4–6 years) had worse performance in lung function, jump height, and relative VO₂ max (a measure of fitness) than cis women, but absolute grip strength was higher.
The most comprehensive synthesis to date, a 2026 systematic review and meta-analysis (Sieczkowska et al., British Journal of Sports Medicine) of 52 studies and 6,485 participants, found that trans women on 1–3 years of GAHT had upper-body strength, lower-body strength and relative VO₂ max comparable to cis women, despite higher absolute lean mass. The authors concluded the evidence does not support theories of inherent athletic advantage for trans women over cis women.
A 2025 longitudinal study (Harper et al., European Journal of Sport Science) tracked 9 trans women runners and 1 trans woman swimmer before and after starting GAHT. Race times slowed by around 15% in runners (with bigger decrements in longer-distance events) and around 5% in the swimmer. After adjusting for training volume, the runners’ age-graded performance scores did not differ pre- versus post-GAHT, meaning they were roughly as competitive in the women’s category as they had previously been in the men’s category. This is the first study to use both retrospective and prospective data on the same trans women athletes before and after GAHT.
In short: any advantage that exists is likely to be small, context-specific, and not universal.
Despite frequent public talk, there is no robust empirical evidence that trans women increase injury risk to cisgender women in sport.
Most policies that cite safety are based on theoretical models (assuming trans women are the same as cis men, and comparing cis men to cis women), not on observed injury data.
What rules currently exist
Many sporting bodies have eligibility policies. These often require:
Maintaining testosterone levels below a threshold (e.g. < 5 nmol/L) for a set duration (e.g. 24 months).
Submission of performance data (times, strength metrics, prior competition data).
Some sports, however, have banned trans women entirely — but these bans tend to lack scientific justification, and they ignore the diversity among trans women in body size, physiology, training history, etc.
In summary
Fairness and inclusion can coexist. With thoughtful, evidence-based policies, both can be achieved without resorting to blanket bans.
https://t.co/Zb5QHXINdg
É repugnante tudo que está acontecendo nos EUA vinculado ao nome desta atleta abjeta que é a Sophie Cunningham.
Já vai fazer um mês, UM MÊS, que a liga está rodeada de uma propaganda transfobica baseada no puro nada, isso pra não falar de todo o racismo velado, e até mesmo escancarado que permeia a WNBA e o próprio Indiana Fever, no qual ela defende as cores.
Sim, era óbvio, extremamente ÓBVIO, que os vermes da extrema direita brasileira não iam demorar pra importar a pauta irrelevante advinda de uma jogadora fracassada de um time que virou símbolo extremista de lá, pra cá pro Brasil.
A Sophie Cunningham é uma jogadora mediocre que sequer tem uma carreira como starter na liga, nunca teve nem 15 pontos por jogo de média, e provavelmente estará fora da liga no ano que vem; e como todo atleta RUIM, pra perpetuar seu nome e continuar rendendo, precisa recorrer ao extremo e a MENTIRAS. Virar amiga e criar uma base de gente RUIM sobre o pretexto de estar fazendo o bem.
A pessoa que FINGE se importar com mulheres é por acaso a mesma que ajudou a acobertar o caso de assédio que ocorreu no próprio elenco que defende no ano passado.
A propaganda transfobica que cresce nos Estados Unidos é a mesma que faz do “país da liberdade” o 3º que mais mata pessoas trans no mundo, e do Brasil, o que MAIS mata pessoas trans.
E digo mais, pessoas cis-genero tem sofrido de transfobia no mundo todo por supostamente “não serem tão femininas”, têm apanhando na rua, sendo agredidas, sendo deslegitimadas como mulheres, como a atleta medalhista olímpica, e cis-genero, a argelina Imane Khelif, além da própria DeWanna Bonner após o gesto da atleta do Fever que sequer teve a ver com o assunto.
Tem que ser muito desprendido da realidade, viver num mundo paralelo, ser mal caráter, pra achar que existe algum tipo de vantagem esportiva pra atletas profissionais que sempre estão sob controle hormonal e químico por exigências em anti-doping.
Segundo um levantamento de 2025, apenas 0.001% dos atletas olimpicos se identificaram como pessoas trans, além de 10 de 500mil no college americano. E vale ressaltar, nenhuma atleta na WNBA é trans.
A Sophie Cunningham, assim como você que defende a suposta liberdade de expressão pra ser transfóbico, está CAGANDO pra vida de mulheres, se você realmente se preocupa com elas, deveria em primeiro lugar pensar em respeita-las enquanto mulheres, enquanto seres humanos, e não apenas como objetos sexuais de desejo.
E vamos lá, não tem “ah mas” em supostas vantagens físicas, Victor Wembanyama tem 2,26 metros e todo mundo acha o máximo, Michael Phelps é uma aberração física, a própria A’Ja Wilson é uma atleta fisicamente diferenciada de todas as outras; tudo que vocês querem é o controle sobre corpos trans, mandar no direito do outro de ir e vir, bem como fazem o mesmo com atletas pretos.
Estão fazendo passeatas transfóbicas sob o pretexto de “defesa às mulheres” em todos os estados que o Indiana Fever vai jogar, jornalistas estão sendo ameaçados e xingados por denunciar o absurdo, e a WNBA não faz nada, o Donald Trump aplaude… é realmente uma pena além de totalmente revoltante que a liga feminina esportiva mais famosa e lucrativa do mundo tenha se tornado propaganda de ódio e tenha marmanjo do outro lado do mundo achando isso legal.
Entendam o simples: pessoas trans não passam por todo o processo de transição de gênero para tomar os lugares de pessoas cis, e sim pra terem o direito de existir e serem felizes consigo mesmas.