E a Fieg e a Acieg, como gostam e cuidam da classe trabalhadora goiana, é de dar inveja, e nem da burguesia são os seus representantes, pois ficaram ricos em tempos não tão remotos, e sabe-se lá com quantos incentivos e falcatruas, e hoje menosprezam a vida.
A eterna analise, de um banco de dados em pleno sec XXI, é muito escárnio com quem precisa desses 600 pra comprar comida e esperar a morte pelo covid 19