Quando comecei a corrigir o caderno de questões, tive que pedir para ficar sozinho, pois não estava acreditando que tinha acertado as duas primeiras páginas quase inteiras
Juro, jamais passou pela cabeça do JP de 2018 que eu estaria onde estou hoje: acertando 55 na prova da OAB
"Art. 14 – O jornalista deve: – Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demostradas ou verificadas (...)" 4⃣
Cobrir guerra é uma das tarefas mais difíceis para o jornalismo, pois há muitas informações chegando a todo instante, sendo que várias destas sequer possuem checagem. Assim, torna-se muito mais viável conferir ao máximo o que se está publicando ao invés de querer dar furos 1⃣
A @BBCWorld pediu desculpas depois de alegar falsamente que as Forças Armadas de Israel atacaram equipes médicas no Hospital Shifa em Gaza, quando na verdade, as IDF entraram no hospital com sua própria equipe médica e falantes de árabe para ajudar pacientes necessitados.
"Art. 7° – O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação." 3⃣
Neste corte do programa WW, da CNN, o apresentador William Waack, o cientista político Guilherme Casarões, o pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin e eu, debatemos sobre as mudanças no modo como a Rússia e a China tratam o Oriente Médio e a perspectiva que isso traz para o futuro da região. Veja.
“Todos acreditam nas atrocidades do inimigo e duvidam daquelas cometidas por seu próprio lado, sem nem se darem ao trabalho de examinar as evidências”.
A Guerra Espanhola em retrospecto, George Orwell.
A Irene não é apenas de esquerda como é historiadora, aqui dá uma lição magistral aos que banalizam palavras com o genocídio e limpeza étnica.
“Tomar partido, contextualização e racismo – a propósito da guerra Israel-Hamas
Muito se tem tomado apenas um “partido”, frequentemente de forma ignorante e maniqueísta, fazendo comparações e equivalências abusivas e simplistas. Utilizam termos sem qualquer rigor – “genocídio” ou “Holocausto” – e justificações de que o massacre de 7 de Outubro não ocorreu num vazio, o que é uma la palissade. Pessoas que se apregoam de esquerda não tiveram uma palavra contra os crimes perpetrados pelo Hamas sobre israelitas, em 7 de Outubro, ou os justificaram, alegando haver um “contexto” para eles. Até se chegou a caraterizar os atos repugnantes de tortura, violação e assassinato de bebés e crianças israelitas como se se tratasse de uma ação de resistência e de combate anticolonial!”
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