Errado. Mas claro, já estão a montar nova narrativa. Portugal teve uma entrada record de imigrantes porque tinha uma política extremamente permissiva, até por comparação com outros países europeus. É o Flopes, o Nano Costa e agora este
Com Espanha a ser liderada pelo "Churchill da Europa" e com um governo a ser o farol da esquerda, mais três meses e Portugal resolve a crise habitacional, limpa a dívida pública e ultrapassa a Suíça.
Estamos a oferecer cinco camisolas principais de Portugal! 👕🇵🇹
Só precisas de seguir @B24PT e @solverdept + dar RT neste tweet para participar. Termina no dia 23/06.
Sim, pagar três salários de mil euros fica muito mais barato do que pagar um salário de 3 mil euros.
Pior: pagar 4 salários de mil euros também fica mais barato do que pagar um salário de 3 mil euros.
Chega, PCP e BE têm propostas de redução da idade da reforma completamente desligadas da realidade demográfica, económica e financeira do país. Querem comprar votos à custa do futuro dos mais jovens. Vergonha.
Don’t look away. Share this.
The world must see the daily horror Ukrainians are living through.
In the footage, volunteers are evacuating wounded children and their father’s body. This is absolutely horrific footage.
📽 andry_boxer
Qualquer espaço orçamental que exista deve ser usado para reduzir impostos sobre o rendimento, a maior urgência do país. Manter impostos sobre rendimento enquanto se diminui o IVA da restauração é colocar o rendimento dos trabalhadores a subsidiar turistas.
🇺🇦 O Presidente do Parlamento Ucraniano discursou hoje na Assembleia da República. O PCP deixou indecorosamente as cadeiras vazias e manifestou explicitamente saudades da União Soviética, um dos regimes mais tiranos da História. Vassalos de Putin.
🇭🇺 Era um governo completamente corrupto na União Europeia. Uma autêntica máfia de Estado ao serviço dos amigos de Orbán.
Os traidores e os corruptos caem sempre. Hoje caiu mais um.
Esperança num futuro melhor para a Hungria.
✯☭🚩Nenhuma das figuras abaixo se identifica como radical. Identificam-se todos como parte integrante de um dito universo "social-democrata". Eu vou-te provar que não. São radicais!
A extrema-esquerda aparece-nos sempre vestida de assistente social, com voz embargada, a falar de salários, casas e dignidade humana, como se viesse distribuir mantas aos sem-abrigo e copos de água fresca ao povo com sede; mas mal se olha com um bocadinho de atenção não encontras mantas nem copos, encontras picaretas para partir a lógica do mercado, desconfiança patológica da propriedade privada e a velha fantasia alucinada de que a economia funciona muito melhor quando é esmagada pela superioridade moral de quem nunca teve de fechar contas no fim do mês para pagar salários e fornecedores, além dos inevitáveis impostos, que entre outros, sustentam estes "sociais-democratas".
⚠️É um truque velho e gasto, consiste em embrulhar dinamite institucional em papel de prenda. Não é expropriação, é "direito à habitação". Não é compressão da liberdade contratual, é "defesa dos inquilinos". Não é hostilidade aos lucros, ao risco e à propriedade, é "humanismoredistributivo". E depois fazem aquele beicinho de ofendidos
Então agora querer salários dignos e casas para viver é radical?
Não, camaradas. Radical não é querer uma vida melhor. Radical é fingir que ela aparece por decreto, carimbado com generosidade no diário da República e espera que os apartamentos brotem da terra como ervas daninhas e os salários cresçam forte na primavera nos vasos da varanda.
O logro começa logo na encenação. Eles apresentam-se sempre como os únicos portadores do bem, já sabemos. Os que querem salários mais altos, direitos dos trabalhadores, rendas comportáveis, dignidade, humanidade e paz no mundo. Os outros, por contraste, ficam logo reduzidos a uma cambada de agiotas de cartola. Os outros somos nós, os radicais, camaradas, em teoria, de direita, na boca deles, fachos, não digo da pior espécie, porque para eles são todas piores, todas.
Adiante.
É uma ladainha eficaz, sobretudo junto de quem confunde a bondade da intenção com a sanidade do modelo. No palco corre tudo sempre lindamente, sobe-se o salário, baixa-se a renda, proíbe-se isto, limita-se aquilo, tributa-se o resto, e no fim, palminhas para esta gente, que adora ser adorado, a pretexto de uma boa punh@ta ao seu ego. O problema é que, fora do teatro, existe a economia real, ligada ao resto do mundo.
Portugal não é uma comuna afetiva administrada por assembleia de megafone na mão. A Constituição reconhece ao mesmo tempo direitos dos trabalhadores, sim, mas também a liberdade de iniciativa económica privada e o direito à propriedade privada. Os artigos 61.º e 62.º são claros nesse ponto, a iniciativa económica privada exerce-se livremente nos quadros da Constituição e da lei, e a propriedade privada é garantida, sendo a expropriação sujeita a lei e indemnização. Ou seja, o edifício constitucional português não assenta só na retórica social; assenta também na liberdade económica e na proteção da propriedade de cada um de nós. E isso, os radicais "social-democratas" esquecem-se, não raras vezes, quase sempre, aliás.
É aqui que a máscara lhes cai sem piedade. Quando partidos da esquerda radical se apresentam apenas como a ala sensível da política, omitindo sistematicamente o que defendem em matéria de controlo económico, estão a vender líquido de lavar a loiça em garrafinhas de leite. O Bloco de Esquerda propôs, por exemplo, tetos para baixar rendas, proibição da venda de casas a não residentes e limitação do desvio para alojamento turístico; o PCP tem defendido repetidamente a recuperação do controlo público de setores estratégicos e trata as nacionalizações como conquista e as privatizações como crime. Isto não é apenas querer direitos. É uma visão substantiva de compressão do mercado e de reforço do comando político sobre setores inteiros da economia. Pode ser defendida, claro. O que não pode é ser vendida como se fosse só um abraço aos pobres.
E convém dizer isto devagar, para ver se entra sem necessidade de legenda, os salários não são poemas. No mercado livre, que é o caso do nosso, relembrio outra vez para os esquecidos, o salário é pago por empresas, produtividade, margens, investimento e expectativa de retorno. Pode e deve haver proteção legal, negociação coletiva e correções públicas. O que não há é milagres. Quando a esquerda radical fala do mercado como se fosse apenas um cofre guardado por gente feia e má, está a esconder a parte chata da realidade, quem investe avalia risco; quem constrói avalia rentabilidade; quem contrata avalia custo; quem arrenda avalia retorno e segurança jurídica.
➡️É tudo um número de ilusionismo já muito gasto. Primeiro tratam o proprietário como um suspeito com escritura. Depois tratam o senhorio como um criminoso com IMI. Depois olham para o investidor como se fosse um pirata com NIF. Depois fazem cara de espanto quando faltam casas, capital, escala, concorrência e confiança. E então regressam ao púlpito para anunciar que a prova definitiva da falência do mercado é precisamente a ruína produzida pelas marteladas com que andaram a acertar-lhe na mona.⬅️
O mais cómico é depois a vitimização. Nunca são radicais. Nunca. São apenas almas grandes, de uma humanidade ímpar, que só querem "colocar a economia ao serviço das pessoas". Formulação muito bonita, aliás. Tão bonita que serve para quase tudo, incluindo pôr as pessoas ao serviço da economia comandada por quem acha que liberdade contratual é uma excentricidade liberal e propriedade privada uma tolerância provisória a caminho do nirvana, que é na cabeça desta gente, outra.
O radicalismo deles não está nas palavras doces; está no desprezo sistemático pelas mediações que tornam possível uma sociedade aberta: preço, contrato, risco, poupança, investimento, lucro, segurança jurídica. Tudo isso lhes parece sempre uma maçada técnica a interromper o desfile da virtude.
No fundo, a extrema-esquerda moderna descobriu o filão político do nosso tempo, parecer franciscana enquanto sonha como um cobrador do fraque. Não se apresenta de punho fechado e bandeira vermelha; apresenta-se ao coração dos incautos. Já não entra pela porta a dizer "vamos mandar nesta m@rda toda"; entra a dizer "só queremos que ninguém fique para trás". Pelo meio, vai metendo no bolso a chave da casa, a liberdade do contrato e o manual básico de funcionamento da economia de mercado.
Portanto não, a questão não é se é radical querer melhores salários, habitação ou dignidade. A questão é outra, e muito mais séria, usar causas justas como veículo publicitário para um programa que colide, repetida e conscientemente, com pilares constitucionais e económicos de uma sociedade livre. Isso sim é o truque. Isso sim é o logro.
🔔Por mais banho em naftalina que tomem, não conseguem esconder o vosso cheiro a bafio. Felizmente!
o dono da cooperativa
Nota: o texto é longo, eu sei, se chegaste até aqui depois de ler isto tudo, o meu muito obrigado.
O Parlamento Português chegou a Taiwan🇹🇼
E não foi por acaso.
A Public Television Service (PTS), canal público taiwanês📺, destacou uma proposta da Iniciativa @LiberalPT através de Rui Rocha sobre Taiwan.
E isto importa.
Porque Taiwan não é um tema distante ou meramente simbólico🌍
É uma democracia sob pressão constante⚠️num dos pontos mais sensíveis do equilíbrio global.
O que ali acontecer não fica na região.
Tem impacto na segurança internacional🌐, na economia global📊e no futuro das democracias🗳️
Num tema em que muitos preferem o silêncio🤐, houve quem falasse com clareza.
O que se decide em Lisboa não fica sempre em Lisboa🇵🇹
Às vezes chega mesmo a Taipei✈️
E isso diz mais sobre a importância das nossas escolhas do que qualquer discurso.
I invite you, Prime Minister @sanchezcastejon to watch this 12-minute video. A father moving
among body bags, trying to find his child.
Why didn’t you condemn the massacre of 32,000 by Iran’s regime?
If you are anti war, stand with victims of IRGC war.