Sensível,sonhador,romântico como todo peixe felizFlamenguista,Petista,Lulista como todo brasileiro felizEconomista,uspiano,bandeijeiro como todo estudante feliz
Tenho dificuldade para aceitar o argumento de que, sem as bets regularizadas, os apostadores migrariam para a clandestinidade.
Apostas de futebol clandestinas existem há décadas no Brasil (vide Máfia do Apito), mas o cenário caótico de vidas ceifadas e famílias destruídas é fenômeno recente.
A facilidade para se apostar e o estímulo constante para que se aposte são as causas da epidemia que vivemos – existem estudos para comprovar – e é isso que deveríamos combater.
A ludopatia não é novidade, mas nunca foi tão fácil torrar salários e reservas de uma vida em minutos. Você não precisa mais se locomover, você não precisa infringir leis, você não precisa buscar lugares clandestinos, você não precisa esperar sorteios semanais.
A derrocada está a poucos cliques no smartphone, 24 horas por dia.
Quem quiser apostar pode fazê-lo no meio do trabalho, almoçando, no banheiro, no cinema, na cama. E esse maldito vício, ao contrário de outros utilizados pelos defensores das bets para argumentar “por que só com as bets, tadinhas?”, não gera consequências físicas imediatas.
Você não desaba no chão porque apostou demais. Você não incomoda ninguém apostando. Você não tem uma overdose de apostas, ainda que elas também possam te levar à morte. Seu colega pode estar apostando agora mesmo, ao seu lado, e você não vai perceber ou se incomodar.
O vício no jogo é tão cruel quanto discreto, e o estímulo a esse vício não pode ser aceito em nenhuma medida.
A morte do futebol brasileiro? Se vier a ocorrer porque a incompetência dos clubes os fez depender do vício alheio para sobreviver, que assim seja.
Reajuste de 15,04% no Bolsa Família recompõe a inflação de março de 2023 a agosto de 2026. Respeita-se a LRF e a Lei Eleitoral, vale dizer. Não se trata de conceder benefício novo, mas de neutralizar a perda nominal. O resto é fantasia ou desconhecimento.
13 razões pelas quais votarei em Lula:
1 - Menor inflação acumulada de um governo da Nova República
2 - Menor taxa de desemprego da história
3 - Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil atingiu o patamar "muito alto" pela primeira vez na nossa história e subimos 5 posições no ranking global
4 - Crescimento econômico razoável, de ~2,5% ao ano
5 - Queda da extrema pobreza e elevação da renda per capita; Brasil saiu do Mapa da Fome novamente e o índice Gini (desigualdade) caiu
6 - Liderou Reforma Tributária estrutural para destravar o crescimento econômico, além da isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil/mês
7 - Liderou a agenda trabalhista pelo fim da escala 6x1, já aprovada na Câmara e pendente no Senado
8 - A preocupação ambiental voltou e o desmatamento caiu substancialmente em todos os anos de seu governo, em linha com as metas do Acordo de Paris
9 - A Polícia Federal voltou a investigar com autonomia escândalos de corrupção — inclusive um que pode envolver o próprio filho —, diferentemente do governo Bolsonaro, que trocou 20 delegados da PF e barrava investigações contra si, a família e aliados; e investigar o crime organizado de elite, como na Operação Carbono Oculto contra o PCC
10 - Política externa independente e pragmática: manteve pontes com União Europeia, BRICS, Sul Global e até os EUA (sobretudo no governo Biden), ao contrário da postura de vassalagem aos EUA defendida pelos Bolsonaro
11 - Recuperou a capacidade institucional dos órgãos estatais para políticas públicas sociais, reforçando o quadro de servidores
12 - A evasão escolar caiu com o Programa Pé-de-Meia
13 - Não é um Bolsonaro: ou seja, não é golpista nem extremista.